Internacional

WikiLeaks paga 20.000 dólares para quem vazar documentos do governo Obama

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, realiza pronunciamento após o republicano Donald Trump vencer as eleições presidenciais americanas - 09/11/2016

O PRESIDENTE AMERICANO BARACK OBAMA (KEVIN LAMARQUE/REUTERS)

“Oferecemos uma recompensa de 20.000 dólares [mais de 60.000 reais] por qualquer informação que permita a detenção ou o desmascaramento de qualquer agente da administração Obama que tenha destruído documentos importantes”, indicou a mensagem.

Vazamentos nas eleições — A rede de televisão Fox dos Estados Unidos divulgou uma longa entrevista com Julian Assange, gravada na embaixada do Equador em Londres, onde está refugiado desde junho de 2012. Assange se negou a revelar a fonte que transmitiu ao WikiLeaks os e-mails de John Podesta, o diretor de campanha de Hillary Clinton.

Entre eles, três discursos da ex-secretária de Estado remunerados pelo banco Goldman Sachs, que deixavam em evidência os vínculos da candidata democrata com os círculos financeiros de Wall Street. Hillary Clinton acusou o governo russo de ser o responsável por estes vazamentos — acusação compartilhada pela administração americana — e o WikiLeaks de ter ajudado seu adversário republicano Donald Trump a vencer a eleição presidencial. “A fonte não é o governo russo”, reiterou Julian Assange na entrevista concedida à Fox.

O WikiLeaks também divulgou 20.000 e-mails internos do Partido Democrataque revelavam um tratamento preferencial dos líderes do partido a Clinton em detrimento de seu rival Bernie Sanders, o que provocou a renúncia do presidente do comitê nacional.

Fonte: Veja.com / agência France-Presse


Deixe um Comentário