Cidades

Sobe para seis registro de casos suspeitos de coronavírus no RN

CASOS SÓ SÃO OFICIALMENTE RECONHECIDOS COMO SUSPEITOS APÓS CONFIRMAÇÃO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, O QUE AINDA NÃO OCORREU COM TODOS. FOTO: ILUSTRAÇÃO

Subiu para seis o número de casos suspeitos do novo coronavírus no Rio Grande do Norte, segundo a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap). Na manhã desta sexta-feira (28), a pasta convocou coletiva para informar que os casos suspeitos eram três. No entanto, em boletim divulgado no início da tarde, a quantidade de registros foi modificada, subindo para seis casos.

As informações foram confirmadas pela assessoria de imprensa da Sesap. De toda maneira, os casos só são oficialmente reconhecidos como suspeitos após confirmação do Ministério da Saúde, o que ainda não ocorreu com todos. Os números divulgados pelas secretarias estaduais e o MS não são necessariamente iguais, já que os órgãos têm horários e procedimentos distintos para apresentação de seus boletins diários.

Durante a manhã, a Sesap havia informado que eram cinco os casos suspeitos, e que dois haviam sido descartados, deixando a quantidade de registros em três. Contudo, segundo a assessoria, no início da tarde mais três pacientes que estavam em análise foram considerados suspeitos de portarem o vírus da Covid-19. Desta maneira, somam-se seis casos.

Ainda segundo a Secretaria de Saúde, um paciente é considerado suspeito quando apresenta os sintomas da doença e teve contato com alguém que esteve em algum dos 16 países listados pela OMS como lugares que têm registros de caso suspeito.

No estado potiguar não houve nenhuma confirmação de contágio pelo novo coronavírus. Os seis suspeitos aguardam ainda resultados de exames para ter o quadro de saúde definido pela Sesap. O prazo de entrega desses resultados é de até sete dias. Por enquanto, os pacientes seguem em isolamento domiciliar.

O Ministério da Saúde afirmou na quarta (26) que está comprovado o caso positivo de coronavírus, em São Paulo. É o primeiro caso da doença no país e em toda a América Latina.

G1RN



Deixe um Comentário