Política

Revoltados com a ‘trairagem’, centenas de internautas deixam de seguir Styvenson nas redes sociais

Reprodução/Facebook

Acostumado com aplausos, elogios e até tapinhas nas costas, principalmente pela atuação e fama de incorruptível, durante as operações da Lei Seca no Rio Grande do Norte, o senador-capitão Styvenson Valentim amarga profundamente ter se aliado aos senadores potiguares de esquerda, Zenaide Maia e Jean Paul Prates, na derrubada do decreto presidencial que facilita o acesso às armas de fogo no País.

De lá para cá, mesmo depois de procurar veículos de comunicação do Estado para argumentar, ou melhor, se justificar, Styvenson não sabe mais o que fazer. Diariamente, duras críticas contra ele vão se multiplicando nas redes sociais. Centenas de internautas já deixaram de segui-lo, principalmente, no Facebook e Instagram. Os comentários negativos e até ofensivos não cessam um dia sequer. Um desprestígio avassalador.

A cada postagem dele, uma enxurrada de críticas mostra o tamanho da decepção de seus eleitores. Afinal, o perfil de quem votou no capitão é de ser anti-PT e pró-Bolsonaro, em sua maioria. Diante disso, a popularidade de Styvenson vem despencando na mesma velocidade em que alcançou o expressivo número de votos na última eleição. Em se tratando de um personagem novato na política potiguar, um fenômeno, sem dúvida.

Recentemente, Styvenson explicou a um veículo de comunicação de Natal que “não é contra a flexibilização das regras para posse e porte de armas, mas defendeu que qualquer revisão no Estatuto do Desarmamento seja feita por meio de projeto de lei, e não por decreto”. Nada adiantou! O voto contrário do senador surgiu como algo inesperado pelos seus admiradores, que o acusam de traição ao que pregava na campanha eleitoral. “Lixo, verme, mentiroso, farsante, petista e senador melancia” são alguns dos xingamentos mais comuns e numerosos de encontrar nos comentários de internautas nos perfis do senador.

Em uma dessas postagens, nesta terça-feira, o internauta dispara: “Só durou 6 meses a máscara . Suicídio eleitoral efetuado com sucesso”. Em outro comentário: “Só falta agora se declarar petista!”.

Se o futuro é uma incógnita, principalmente no campo político, o presente deixa, no mínimo, uma lição para Styvenson: Que seus eleitores não esperam dele uma atuação que venha a coadunar com os anseios petistas e dos velhos caciques da política potiguar.


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