Coluna

Refletores da Fama

refletores da fama
VALÉRIO É MANTIDO NO CONSELHO ESTADUAL DE CULTURA
Acolhendo a decisão unânime do colegiado do Conselho Estadual de Cultura, a governadora Fátima Bezerra referendou o escritor Valério Alfredo Mesquita para a vaga deixada pelo acadêmico Nelson Patriota, que faleceu há dois meses passados.
O acadêmico Valério Mesquita integrava o Conselho de Cultura ocupando a cadeira do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, como ex-presidente da referida instituição e seu presidente emérito. Os mandatos dos doze (12) conselheiros não são remunerados, mais representativos em defesa da cultura potiguar e do patrimônio histórico do Estado.

FINALMENTE, A JUSTIÇA

O que aconteceu com o acadêmico e escritor Valério Mesquita é inacreditável. Entre as injustiças de que foi vítima, depois que deixou a vida política e pública, essa destaca-se pelo ineditismo.
Depois de passar anos e anos no Conselho de Estadual de Cultural, como um dos mais ilustres Conselheiros desde a presidência de Veríssimo de Melo, Valério não foi reconduzido há quatro anos. Jamais tinha ocorrido com um nome indicado pelo plenário do Conselho.
Como se sabe, o nome indicado é – sempre foi assim – submetido e oficializado pelo governador. Mero ato protocolar já que a escolha do Conselho não tem nenhuma outra conotação além da do mérito cultural.
Mas isso não aconteceu com Robinson Faria governador, que também fora colega de Valério na Assembleia Legislativa. O que levou Robinson fazer tamanha injustiça, abrindo na sua carreira de democrata e na vida pessoal uma cicatriz incurável? Por incrível que pareça, foi uma antiga discordância em relação a histórica participação de Valério Mesquita na história de Macaíba.
Como se vê, de alguém que está no poder pode-se esperar qualquer gesto mesquinho de perseguição.

OS DIREITOS DO HOMEM

Declaração Universal dos Direitos do Homem (Assembleia Geral das Nações Unidas: dezembro de 1948).
“Todo homem tem igual direito de serviço público do seu Pais” – Isso já aconteceu no Brasil?

DITADO POPULAR

A vida é um fardo que vai aumentando com a idade.

A FORÇA DO HÁBITO

Uma locutora do telejornalismo, disse: “Hoje, infelizmente, eu tenho uma boa notícia…

O QUE ELE DIZIA E NUNCA DEIXOU DE FAZER

“Se a gente plantou o ódio, se a gente plantou a inveja, se a gente plantou a discórdia, a gente vai colher desgraça” (Presidente Lula: dezembro/2007).

E PARA ONDE VÃO OS VOTOS?

A pesquisa que ainda não foi feita. Quem votou em Bolsonaro em 2018 e não vai votar em 2022 em quem votará? Difícil imaginar que, numa mudança radical, faça a opção por Lula. A maldição da reeleição imediata foi a pior das heranças eleitorais deixadas por Fernando Henrique. No sistema anterior, como sabe, o presidente eleito teria de esperar quatro anos.

AINDA PODERÁ FICAR PIOR?

Segundo projeções estatísticas feitas em Washington, tendo como base o levantamento da Covid atual, se não houver uma súbita elevação da vacinação o Brasil terá um significativo aumento de internações nos próximos dois ou três meses. Sem contar, é claro, se também não houver medidas restritivas, o uso permanente de máscaras e as demais medidas conhecidas – e, como sempre, o distanciamento social.
A estimativa é assustadora: poderemos chegar a 6 milhões de óbitos! Só resta esperar que os cientistas americanos estejam errados.

ENQUANTO ISSO

À beira dessa tragédia sanitária, o Brasil vai realizar o que já foi vetado em outros países – a Copa América de futebol – agrupando milhares de pessoas nos bares de todo o País. E, simultaneamente, o Presidente da República proclama publicamente o desuso da máscara. O que dizer diante de um governo que está – cada vez mais – empurrando o povo para as covas dos cemitérios?

CITAÇÃO

Não se muda o curso da História simplesmente virando-se os retratados para a parede. (Nehru).


Comente aqui