Saúde

Protocolo não-cirúrgico criado por dermatologista potiguar elimina gordura localizada

É INDICADO PARA PACIENTES COM PEQUENOS VOLUMES DE GORDURA LOCALIZADA. FOTO: DIVULGAÇÃO

Em algumas áreas do corpo, como braços, culote, abdome e flancos, a gordura pode ficar resistente mesmo com processos de perda de peso. É o que chamamos de gordura localizada, o que para muitas pessoas é um problema. O dermatologista potiguar, Gabriel Sampaio, que atua no Rio Grande do Norte e em São Paulo, criou um protocolo que visa auxiliar pessoas que encaram esses acúmulos como algo indesejável.

“É uma associação de técnicas no combate às células de gordura, contando tanto com métodos injetáveis e invasivos, como com tecnologias não invasivas”, explica Gabriel. Entre as técnicas do ‘Protocolo Gordura Localizada por Dr. Gabriel Sampaio’, está a lipólise injetável, criada também pelo dermatologista.

O Protocolo, realizado em Natal na Clínica Emagrecer, é indicado para pacientes com pequenos volumes de gordura localizada e pode ser feito também por pessoas que já se submeteram a métodos cirúrgicos. “Pessoas que também que se submeteram a procedimentos como lipoaspiração, mas que permanecem com áreas residuais e não querem fazer uma nova cirurgia para isso, podem realizar o Protocolo”, informa Gabriel.

“Indivíduos com próteses metálicas devem comunicar isso, pois algumas tecnologias não são possíveis de associar. Além disso, pacientes com hipersensibilidade ao frio também são contraindicados a utilizar a Criofrequência, uma das tecnologias presentes na associação de técnicas”, pontua o especialista sobre as contraindicações.

O ‘Protocolo Gordura Localizada por Dr. Gabriel Sampaio’ é não-cirúrgico, com sessões de frequência semanal. O que exclui a necessidade de afastamento do trabalho ou das suas atividades rotineiras. Segundo o médico, não é um método de emagrecimento, mas sim a utilização de diferentes mecanismos para que, aliados, possam destruir células de gordura.

“Pacientes que estão muito acima do peso ou em tratamento de obesidade não se beneficiarão desse protocolo, pois é um recurso para gorduras residuais presentes ao final do tratamento de emagrecimento. Além disso, ele não substitui a lipoaspiração cirúrgica, mas pode auxiliar os pacientes no pós-tratamento, principalmente nas gorduras que ficaram após a cirurgia”, complementa.



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