Cidades

Presidente de entidade que apoia portadores de transtornos mentais em Natal coordenará mesa em congresso nacional de psiquiatria

PROFESSOR SID FONSECA PARTICIPA DO 38º CONGRESSO BRASILEIRO DE PSIQUIATRIA. FOTO: DIVULGAÇÃO

Presidente da Associação dos Familiares e Amigos dos Portadores de Transtornos Mentais (AFDM), o professor aposentado da UFRN, Sid Marques Fonseca, está participando do 38º Congresso Brasileiro de Psiquiatria, que acontece até o próximo sábado no Rio de Janeiro. Fonseca, que desenvolve em Natal um trabalho de apoio aos familiares de pacientes em tratamento na Casa de Saúde Severino Lopes, irá coordenar no sábado (12) as discussões sobre “O protagonismo de Pacientes e Familiares na Recuperação da Esquizofrenia”, tema que terá a participação de especialistas do Rio de Janeiro, como Leonardo Figueiredo Palmeira, Alexandre Lins Keusen,  Kathiuska Alvarez e  Gustavo José Meano Brito.

Para Sid Fonseca, que também é mestre em Administração de Empresas pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a participação na coordenação de uma importante mesa de debate do Congresso de Psiquiatria, representa a uma oportunidade de ampliação a qualificação da assistência que entidades como  a AFDM prestam aos pacientes de saúde mental e seus familiares.

Segundo ele, os temas que vão ser debatidos na mesa sob a sua coordenação permitirá otimizar experiências que já são vivenciadas em Natal, incrementando uma rede de atenção integral à saúde mental que favoreça a integração social e familiar dos portadores de transtornos mentais.

“Esse congresso tem uma importância especial, no momento em que o governo federal está traçando as diretrizes da nova política nacional da saúde mental, através da liderança do secretário nacional do Ministério da Cidadania, o professor Quirino Cordeiro Júnior. Essa nova política busca justamente soluções para fortalecer familiares e pacientes portadores de transtornos mentais. O foco é eliminar cada vez mais  a assistência excludente, que causava o abandono e a marginalização, por uma rede de atenção integral” explica.



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