Segurança

VÍDEOS: Em busca de reajuste salarial, PMs e Bombeiros do RN tentam emparedar governo com palavras de ordem contra governadora Fátima Bezerra

Conforme anunciado na última semana pelo presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos Policiais e Bombeiros Militares do RN (ASSPMBMRN), subtenente Eliabe Marques, policiais e bombeiros militares pararam suas atividades nesta segunda-feira, 17. Militares de todo o estado seguiram para Natal a fim de encontrarem-se com a categoria e estão acampados na sede do Governo do Estado desde o início da manhã.

A pressão na sede do governo estadual está cada vez maior; isso porque o número de manifestantes só cresce e estão determinados a não deixarem o local até que sejam atendidos pela governadora e as reivindicações de reajuste salarial devidamente atendidas. “A polícia parou!”, virou o hit da manhã.

A reivindicação prioritária é atualização salarial. Hoje, existe um déficit salarial de mais de 60%, além de duas folhas de pagamento em atraso, segundo o subtenente Eliabe Marques. A documentação com o estudo e análise de impacto foi protocolada junto ao Governo do Estado ainda no final de 2018. De acordo com o subtenente, as associações requerem que o Executivo dê continuidade à tramitação da proposta até a Assembleia Legislativa do RN. “Após sermos recebidos em audiência pretendemos realizar assembleias nas quatro regiões do estado e na capital”, informa

“Desde 2014 não temos sequer a reposição inflacionária. Além dos atrasos de salários que são pagos sem correção monetária, ao contrário do que manda a lei, perdemos o poder de compra ao longo desses anos. Temos ainda o pior salário inicial da Federação na carreira policial, e uma diferença extrema entre as demais forças de segurança”, justifica Eliabe Marques.

Reprodução\Instagram

Os Militares seguirão com o movimento até que as reivindicações sejam atendidas. O Fórum de Mulheres de PMs do Estado também encontra-se no local para dar apoio a paralisação. O deputado estadual Kelps Lima também está local para dar apoio ao movimento.

“A governadora deu aumento aos procuradores do estado e não quer dar aumento a polícia que está na rua”, argumentou Kelps
Foto: José Aldenir

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