CORONAVÍRUS

Oxigênio começa a chegar em Manaus, mas situação ainda é preocupante

CERCA DE 70 MIL METROS CÚBICOS DE OXIGÊNIO CHEGARAM AO ESTADO POR MEIO DE BALSAS. MÉDICOS NA LINHA DE FRENTE, PORÉM, AINDA ESTÃO ASSUSTADOS. FOTO: CEDIDA

Hospitais de Manaus (AM), onde as hospitalizações por Covid-19 crescem diariamente, receberam, na noite de sexta-feira (15/1), algumas remessas de oxigênio, mas o gás é suficiente apenas para algumas horas, de acordo com os médicos.

Cerca de 70 mil metros cúbicos de oxigênio chegaram ao estado por meio de balsas, diretamente de Belém (PA).

“Essa nova remessa vai garantir a retomada do equilíbrio do abastecimento da rede de saúde do estado e já começou a ser distribuída nas unidades de saúde”, comunicou a Secretaria de Saúde do Amazonas (SES-AM).

A Maternidade Balbina Mestrinho recebeu outros 30 cilindros de oxigênio, na tarde de ontem, resultado de uma doação da empresa Gol Linhas Aéreas.

Além disso, parceria entre voluntários e o governo do Amazonas abastecerá 200 cilindros de oxigênio em outros estados, como Pará, Pernambuco e Goiás. A ação conta com apoio da Força Aérea Brasileira (FAB) e do Ministério da Saúde.

Uma médica que trabalha na Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (Fcecon), onde também se realiza tratamento para a Covid-19, informou que chegaram 15 cilindros na unidade.

Metrópoles



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