Economia

Natal fica fora do top 100 de cidades para se fazer negócios no Brasil

NO RN FORAM CONSIDERADOS APENAS QUATRO MUNICÍPIOS: NATAL, MOSSORÓ, PARNAMIRIM E SÃO GONÇALO DO AMARANTE

Natal apareceu fora do top 100 em ranking que aponta as melhores cidades para fazer negócios no país. Dos quatro indicadores que compõem o ranking, elaborado pela Urban Systems, a capital potiguar só aparece bem em um deles. São Caetano, no ABC Paulista, foi apontada como a principal cidade para se fazer negócios do país. Os números correspondem à levantamento realizado no ano passado e foram divulgados nesta segunda-feira, 13, pela empresa.

A pesquisa avalia quatro recortes para apontar uma cidade como potencial para se fazer negócios: desenvolvimento econômico, desenvolvimento social, infraestrutura e capital humano, único que Natal apareceu bem rankeada, na 26ª colocação. O desempenho é oito posições pior do que em 2018, quando ficou em 18º lugar.

Este recorte corresponde à condição fundamental para o desenvolvimento de negócios e atração de empresas em diferentes segmentos econômicos, segundo aponta a Urban Systems. Aqui, Natal apresenta um Índice de Qualidade Mercadológica (IQM) – coeficiente levado em consideração após cálculos de diferentes indicadores – de 3,989. Neste recorte, Vitória, no Espírito Santo, lidera, com um IQM de 5,671, seguido de Florianópolis (5,554) e São Caetano do Sul (5,314). A capital potiguar aparece como o terceiro maior índice do Nordeste nesse indicativo, ficando atrás de Recife (4,304) e João Pessoa (4,257).

Já nos índices de desenvolvimento social, desenvolvimento econômico e infraestrutura, a capital potiguar não apareceu entre os 100 municípios com melhores IQM. A pesquisa considerou apenas municípios com mais de 100 mil habitantes em 2018, segundo estimativa da população do IBGE. Ou seja, aqui no RN foram considerados apenas quatro municípios: Natal, Mossoró, Parnamirim e São Gonçalo do Amarante. Ao todo, obedecendo essa premissa, a pesquisa considerou 317 dos 5.570 municípios brasileiros.

Com informações: Tribuna do Norte



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