Coluna

Meio Ambiente e Sustentabilidade

Instituto Cidade Limpa se reúne com a STTU para realizar o calendário de educação socioambiental

Nesta segunda-feira, 09, Nayara Azevedo, coordenadora do Instituto Cidade Limpa participou de uma reunião com a secretária Elequicina Santos, da Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito – STTU, para apresentar o projeto “para tornar Natal a capital mais limpa do Brasil”.

Durante a reunião foi discutida a ideia de realizar um calendário de educação socioambiental para a secretaria. O intuito é manter ações durante o todo o ano de 2020 para conscientizar as pessoas sobre a preservação do meio ambiente.

Também foram apresentados os outros projetos do Instituto, em especial o Festival da Primavera, que será realizado no segundo semestre de 2020.

Foi discutida a ideia de realizar um calendário de educação socioambiental para a secretaria

Marina de Ubatuba recebe selo ambiental internacional

A marina Dársena Voga Marine, em Ubatuba, Litoral Norte de São Paulo, foi uma das inscritas e aprovadas no programa Bandeira Azul para a temporada 2019/2020 e teve a sua bandeira hasteada no sábado (7). Para obter a Bandeira Azul, a Dársena Voga Marine teve que cumprir uma série de critérios relacionados a informação e educação ambiental, gestão ambiental, segurança e serviços, qualidade da água, responsabilidade social corporativa e envolvimento social comunitário.

Atualmente, 50 países participam do programa, sendo que no Brasil, o operador nacional é o IAR – Instituto Ambientes em Rede, membro desde 2005. O Bandeira Azul é um selo de carácter socioambiental amplamente reconhecido no mundo e cujo objetivo principal é elevar o grau de conscientização da sociedade e gestores públicos sobre a necessidade de proteger os ambientes marinho/costeiros e lacustres, incentivando a busca por qualidade, podendo ser aplicado a praias e marinas (marítimas, lacustres e fluviais).

A Bandeira Azul é dada para uma temporada de cada vez e a licença é válida enquanto os critérios são cumpridos, devendo ser baixada no caso de não cumprimento das ações propostas ou acidentes ambientais.

Atualmente, 50 países participam do programa

Dados do INPE mostram que Roraima é o estado que mais desmatou em 2018

Roraima foi o estado onde o desmatamento mais cresceu em 2018. Segundo dados do INPE, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Roraima foi o estado que apresentou maior desmatamento entre agosto de 2018 e julho deste ano. O aumento foi de 216%.

São 617 km² de área desmatada. Em RR 65% do território são protegidos por leis ambientais, são terras indígenas e unidades de preservação.

A fiscalização é pequena nesta região, e por isso, segundo especialistas, o desmatamento vem aumentando, muitos proprietários de terras não respeitam a legislação por causa da certeza da impunidade.

Segundo a policia federal, a maior parte das madeireiras tem autorização dos órgãos ambientais, mas nem todas cumprem a lei que determina que apenas 20% da área desmatada seja explorada.

Roraima teve o aumento de 216% no desmatamento

Produção de feijão sofre com o clima

O feijão carioca, mais consumido no país, teve um aumento quase 10 vezes maior que a inflação medida de janeiro a novembro.

De janeiro a novembro o preço do feijão superou o índice de inflação dos alimentos de 2,38%.

Economistas explicam que o clima prejudicou a produção desde o ano passado, afetou os estoques, sendo uma quantidade pequena de estoque na mão do produtor e uma grande demanda de consumo do feijão.

A próxima safra que sai no final do ano aumentará a oferta e possivelmente diminuirá o valor do produto.

O preço do feijão superou o índice de inflação dos alimentos de 2,38%

Fumaça de incêndios na Austrália encobre céu de Sydney e aumenta nível de poluição

A fumaça dos incêndios da Austrália poluiu o ar dos moradores de Sydney. Pelo menos 100 focos de incêndio ainda queimam nos arredores da cidade, principalmente nos estados de Nova Gales do Sul e Victoria.

Pontos turísticos famosos como a Ópera de Sydney e a Harbour Bridge ficaram cobertos pela fumaça.

As autoridades orientaram as pessoas a não saírem de casa, para não se expor a poluição do ar.

Pontos turísticos famosos como a Ópera de Sydney e a Harbour Bridge ficaram cobertos pela fumaça

Greta Thunberg acusa países ricos de enganação com metas de redução de emissões

Greta Thunberg acusou nesta quarta-feira, 11, os países ricos que anunciaram ambiciosas metas de redução de emissões de “enganação” e estimou que “nada está sendo feito” para evitar uma catástrofe climática. A adolescente sueca interveio na COP25 em Madri, onde cerca de 200 países se reúnem até sexta-feira com o objetivo de intensificar a luta contra as mudanças climáticas.

A maioria dos Estados trabalha com metas de redução de emissões de médio prazo e uma das questões centrais das negociações é a necessidade de aumentar as ambições. “Um punhado de países ricos prometeu reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em X por cento nesta ou naquela data, ou alcançar a neutralidade de carbono em X anos”, disse Thunberg, símbolo da luta contra as mudanças climáticas. “Isso pode parecer impressionante à primeira vista, mas não é liderança, é enganação, porque a maioria dessas promessas não inclui a aviação, transporte marítimo ou importação e exportação de mercadorias. Em vez disso, incluem a possibilidade que os países compensem suas ambições fora de suas fronteiras”, denunciou.

Enquanto os cientistas estão cada vez mais atentos à necessidade de agir urgentemente para limitar o aquecimento global abaixo de +2°C, a jovem militante lamentou que nenhum progresso esteja sendo feito. “Digam-me, como vocês reagem a esses dados (científicos) sem sentir pelo menos um pouco de pânico, como respondem ao fato de que nada está sendo feito sem ao menos sentir um pouco de raiva?”

A Conferência do Clima da ONU parece ter se tornado uma oportunidade para os países negociarem brechas legais e evitarem ambições, segundo Greta. Ela pediu aos países ricos que assumam suas responsabilidades e alcancem a meta de “zero emissões de uma maneira muito mais rápida e depois ajudem os mais pobres a fazer o mesmo”.

A adolescente sueca interveio na COP25 em Madri, onde cerca de 200 países se reúnem com o objetivo de intensificar a luta contra as mudanças climáticas

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