Polícia

Família de hoteleiro assassinado pede justiça no julgamento que será realizado nesta quarta-feira

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HOTELEIRO ADEMAR MIRANDA FOI ASSASSINADO EM PONTA NEGRA NO DIA 7 DE JUNHO DE 2016

“Estamos ansiosos e com uma grande expectativa de que a justiça será feita. Perdemos um irmão, um amigo, um bom pai de cinco filhos, um trabalhador incansável e também, grande ironia, e que era um bom marido”. A declaração é da administradora de empresas, Hilma Miranda, irmã do hoteleiro Ademar Miranda, que foi assassinado em Ponta Negra no dia 7 de junho de 2016. O Juiz da 2ª Vara Criminal da Comarca de Natal marcou para esta quarta-feira, Dia 10, às 8 horas, no Fórum Miguel Seabra Fagundes o julgamento dos réus acusados pelo homicídio,

Marta Renatta Borsatto, de 30 anos, esposa do hoteleiro assassinado, foi presa em 2016, suspeita de ser a autora intelectual do crime.

Ademar Miranda tinha 58 anos e era proprietário de um hotel na praia de Ponta Negra, na Zona Sul de Natal. Ele estava dirigindo quando dois homens se aproximaram do carro dele e efetuaram os disparos.

MARTHA RENATA BORSATTO MIRANDA E SEU AMANTE ANTONIO RIBEIRO SÃO APONTADOS COMO AUTORES DO ASSASSINATO DO HOTELEIRO ADEMAR MIRANDA

É grande a expectativa em, torno do Juri popular foi marcado para esta quarta-feira. Ademar Miranda era um empresário que mantinha em Natal um amplo leque de amizades,em diversos segmentos sociais, principalmente junto ao chamado “trade” turístico. “A família está toda doente. Precisamos ver acontecer a justiça, pra podermos iniciar o processo de reconstrução dessa celular familiar”, diz a irmã do hoteleiro.

O caso

Martha Renata foi apontada, em dezembro de 2016, como suspeita de ser a autora intelectual do homicídio do então marido dela, de 58 anos, morto quando estava dirigindo na Avenida Engenheiro Roberto Freire e foi atingido por disparos de armas de fogo por dois criminosos em uma motocicleta. O amante da estudante também foi tido como suspeito e as ligações telefônicas entre os dois, de acordo com os autos, foram reduzidas e o contato mantido apenas pelo aplicativo Whats App. Testemunhas também relataram que Martha Renata teria feito uma macumba, no valor de R$ 1.000,00 para que o ex-marido viesse a falecer.

O empresário era dono de uma pousada no bairro de Ponta Negra, na Zona Sul de Natal e, segundo o inquérito policial, os supostos autores do fato se aproximaram e atiraram, sem chances de uma tentativa de fuga. Segundo a polícia, os homens que se aproximaram do carro de Ademar atiraram cinco vezes.


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