CORONAVÍRUS

Contágio da pandemia cresce no Brasil, mas se mantém em queda no RN e Natal

FOTO: ILUSTRAÇÃO

Na vigésima terceira semana de monitoramento, 34ª semana epidemiológica, apresentamos os gráficos e a análise da evolução da COVID-19, no Brasil, no RN e em Natal, elaborados pelo engenheiro Henrique Santana, com base em dados oficiais publicados pelo Ministério da Saúde (https://covid.saude.gov.br/) e pelo LAIS/UFRN/SESAP (https://covid.lais.ufrn.br/). Semanalmente são atualizados os números que originam esses gráficos, apenas no RN e em Natal, com o registro dos casos diferidos incluídos nas datas de suas ocorrências.

No Brasil, os números de novos infectados com a COVID-19 cresce pela segunda semana seguida, em que pese a média diária de óbitos atingir seu menor valor desde o início da pandemia. Isto parece representar uma retomada na disseminação crescente de contaminados pelo SARS-CoV-2, embora com a evolução nos protocolos de tratamento desta doença a sua letalidade ter sido muito reduzida. É preciso atenção e monitoramento.

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No RN, a inclusão de casos diferidos de novos infectados nas datas corretas resultou em uma variabilidade na semana de 6 a 13 do mês em curso, porém nas duas últimas semanas esses números se mantiveram em queda, apresentando nessa semana o menor valor de toda a pandemia. A redução no número médio de novos infectados decaiu em -86% nesta semana, atingindo uma média diária de apenas 28 casos identificados, quando já foi de mais de 800 no mês de junho, quando ocorreu o pico pandêmico da COVID-19. Quanto ao número médio móvel de óbitos diários, o estágio epidemiológico de redução se configura e é estável, com baixos números e redução sustentada. Nesta semana houve uma decaída de -67%, com média diária e 1 óbito e de -90% em relação a 14 dias.

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Em Natal, a inclusão de casos anteriores e comprovados agora, em suas datas corretas, também criou uma irregularidade gráfica na tendência de queda desses números, embora nessa semana tenha havido uma variação de -83%, intuindo a manutenção do estágio epidêmico de redução. Quanto a óbitos, o estágio epidêmico reduzido também se confirma estável, com médias diárias muito baixas, inferiores a 1 caso.

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