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AGN se aproxima de R$ 2,5 milhões financiados a empreendedores do RN em outubro

FOTO: DIVULGAÇÃO

Até a próxima sexta-feira (29), o programa Microcrédito do Empreendedor, do Governo do Estado e executado pela Agência de Fomento do Rio Grande do Norte, terá liberado no mês de outubro um volume de recursos próximo dos R$ 2,5 milhões para pouco mais de 540 empreendedores nos quatro cantos do estado em menos de 30 dias.

Em apenas oito dias, a equipe técnica, sob a companhia da diretora-presidente da instituição, Márcia Maia, terá consolidado financiamentos para empreendedores de 40 cidades potiguares com um total de R$ 1,7 milhão para setores diversos da economia que vão desde a agricultura familiar, passando pelo comércio, turismo e setor de serviços, até indústria e artesanato.

No intervalo de duas semanas e com a agenda de liberações lotada, os técnicos têm se dividido em dois grupos num cronograma que tem passado por dezenas de cidades ao longo de oito dias de agenda pelo interior do estado. As liberações tem sido realizadas em pequenos grupos, em horários distintos, e com respeito aos critérios de distanciamento e protocolos de bioprevenção em razão da pandemia de covid-19.

As cidades com negócios contemplados nas últimas duas semanas são: Acari,  Afonso Bezerra, Alexandria, Angicos, Apodi, Areia Branca, Assu, Baraúnas, Caicó, Campo Redondo, Carnaúba dos Dantas, Cruzeta, Currais Novos, Fernando Pedroza, Florânia, Governador Dix-Sept Rosado, Grossos, Ipueira, Itajá, Jardim de Piranhas, Jardim do Seridó, Lagoa Nova, Messias Targino, Mossoró, Ouro Branco, Paraú, Parelhas, Pedro Avelino, Poço Branco, Rodolfo Fernandes, Santa Cruz, São Fernando, São João do Sabugi, São Miguel, São Paulo do Potengi, São Tomé, Serra Caiada, Severiano Melo, Tibau e Touros.

Para a diretora-presidente, que tem acompanhado grande parte das liberações desde que assumiu a função à frente da instituição financeira, a proximidade com o empreendedor tem feito a diferença tanto na operacionalização e ajustes dos processos internos da Agência, quanto para identificar in loco os impactos positivos que o programa tem gerado no âmbito econômico, social e humano.

“Quando estamos próximos dos nossos empreendedores, é tangível a percepção do quanto os empreendimentos tem sido impactados de forma positiva. Ouvimos as histórias de quem renovou os financiamentos para continuar crescendo, visitamos empreendimentos que fizeram seus primeiros investimentos a partir do crédito e mesmo aqueles que mostram como vão operacionalizar o sonho de empreender com o auxílio da AGN e do Governo do Estado. É inspirador para todos nós da Agência de Fomento ver a injeção de autoestima e esperança que temos oferecido às pessoas, mesmo nesse momento tão difícil provocado pela pandemia”, garante Márcia Maia.

Novo recorde a caminho

O desempenho alcançado pela Agência em 2021 com mais de R$ 27,6 milhões em financiamentos concedidos para um total de 5.686 empreendedores, inclusive, está bem próximo de superar os números do ano anterior, até então, recorde na instituição.

Com a média mensal de pouco mais de R$ 2,7 milhões financiados, a Agência de Fomento deverá superar o total de recursos financiados em 2020 ainda no mês de novembro deste ano.  No ano passado, a AGN injetou na economia do estado, ao financiar 6227 empreendedores, mais de R$ 28,4 milhões.

Para se ter uma ideia, apenas no período entre 24 de março de 2020 – quando os primeiros decretos foram estabelecidos no RN em razão da pandemia de Covid-19 foram estabelecidos – e 26 de outubro de 2021, 10.803 empreendedores tiveram crédito concedido. O volume total de recursos injetados nesses negócios representa R$ 52,3 milhões em financiamentos.

Os números foram impulsionados, na atual gestão, a partir da criação de linhas para atender Agricultura Familiar, Cultura e Artesanato, Economia Solidária, Juventude Empreendedora; Colônias de Pescadores, informais e MEIs da cadeia produtiva do Turismo, bem como, a criação de uma plataforma online própria para facilitar o acesso ao crédito, ampliação de parcerias junto ao Sebrae, CDLs, Prefeituras, Associações ligadas ao setor produtivo e outras instituições para alcançar novos públicos/empreendedores, além de medidas administrativas de reordenamento de setores, redução de despesas e articulação com secretarias do Governo do Estado.



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