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Vídeo mostra Aécio Neves sendo hostilizado durante passeio na praia do Leblon

Circula nas redes sociais um vídeo em que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) é hostilizado e chamado de golpista por uma mulher na praia do Leblon, na zona Sul da cidade do Rio de Janeiro. Pelo celular, ela filmou Aécio e a família na praia, no feriado de quinta-feira, 26, ao mesmo tempo em que hostilizava o senador.

“Aqui a gente está vendo um golpista na praia, com os filhos. Pouco se lixando com o Brasil, que está pegando fogo. O golpista está aqui na praia, gente, olha. Parabéns pelo que você está fazendo pelo Brasil”, diz a mulher que gravou o vídeo e não teve o nome identificado.

Aécio ignora as provocações e caminha para deixar a praia, enquanto sua mulher, Letícia Weber, responde: “Você não sabe do que está falando”. Ao que a mulher replica: “Eu falo o que eu sei. Eu tenho certeza”.

O nome de Aécio apareceu, na última semana, nas gravações do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado (PMDB-CE), que, em conversas com outros políticos do PMDB, sugere o envolvimento do senador mineiro nos esquemas de corrupção investigados pela Polícia Federal, na Operação Lava Jato.

 

ISTO É

Polícia

Motorista é assassinado dentro de carro de frete em Felipe Camarão

Crime aconteceu na manhã desta sexta-feira.

Na manhã desta sexta-feira (27), por volta das 10h20, a polícia foi acionada para um crime de homicídio em via pública, no bairro de Felipe Camarão, na zona Oeste de Natal. O motorista de um veículo foi morto com vários tiros, na rua Manoel Machado.

O homem estava dirigindo um carro de frete, quando bandidos se aproximaram e atiraram várias vezes contra o vidro do lado do motorista, atingindo a vítima, que não resistiu aos ferimentos e morreu antes da chegada de socorro.

O crime aconteceu bem próximo ao 14º Distrito Policial e, pouco tempo após os disparos, policiais civis da unidade foram acionados e chegaram ao local. No entanto, os bandidos já haviam fugido. O motorista morto ainda não foi identificado, isso deverá ser feito pelos peritos do ITEP.

Portal BO

Geral

Estudo reforça suspeita de que uso de celular pode ter ligação com câncer

Pesquisadores do Programa Nacional de Toxicologia do governo dos Estados Unidos publicaram nesta sexta-feira, 27, um novo estudo sobre a relação entre celulares e câncer. Os cientistas chegaram à conclusão de que há, sim, evidências que ligam o uso constante de smartphones com o surgimento de tumores.

Os cientistas observaram um pequeno grupo de camundongos expostos à radiação emitida por telefones celulares desde a gestação até a vida adulta e compararam com cobaias que não foram expostas. O estudo constatou que a incidência de câncer nos animais atingidos pela radiação era maior do que naqueles que não foram atingidos.

Mais precisamente, observou-se um aumento no número de casos de dois tipos de tumor nos camundongos do sexo masculino: um ligado ao cérebro e outro ligado aos nervos periféricos. O estudo foi elogiado e destacado pela Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer (IARC, na sigla em inglês), mas o apoio não foi unânime na comunidade científica.

No início de maio, cientistas australianos chegaram a uma conclusão bem diferente após um estudo com quase 20 mil homens e 14 mil mulheres. Os pesquisadores da Universidade de Sidney compararam o número de casos de câncer cerebral entre 1982 e 2013 no país com o número de usuários de telefones celulares desde 1987.

Neste estudo, porém, nenhuma relação entre o uso dos aparelhos e o surgimento de câncer foi encontrado. Outros cientistas que já desenvolveram pesquisas sobre o assunto também defendem que não há evidências conclusivas de que a radiação de celulares pode causar câncer, como aponta a Organização Mundial da Saúde e a própria IARC em seu site oficial. O debate, pelo visto, está longe do fim.

UOL


Política

Pedro Corrêa cita reuniões com peemedebistas para tratar de propinas, diz ‘Veja’

Em depoimentos cujo objetivo é negociar um acordo de delação premiada, o ex-deputado Pedro Corrêa citou reuniões com deputados e senadores do PMDB para a partilha de propinas do esquema de corrupção na Petrobras. A revista “Veja” teve acesso ao conteúdo dos depoimentos e traz detalhes na edição deste final de semana.

Em 2004, o PP se recusava a votar projetos de interesse do governo, o que mudou com a indicação, feita pelo partido, de Paulo Roberto Costa para a Diretoria de Abastecimento da estatal. Mas, depois, o PMDB passou a pleitear parte da propina. Pedro Corrêa, que foi condenado no processo do mensalão, disse ter se reunidos com peemedebistas para “buscar o melhor entendimento na arrecadação”. Segundo a revista, o ex-parlamentar disse ter se reunido com o presidente do Senado, Renan Calheiros, e o deputado Aníbal Gomes (CE), em um escritório de advocacia de Brasília. Fez o mesmo com Eduardo Cunha (RJ), agora presidente afastado da Câmara, e o senador Romero Jucá.

De acordo com a revista, os negócios começaram a fluir em 2006. A reportagem cita uma reunião, no período da campanha daquele ano, que contou com a participação de Paulo Roberto Costa e do diretor da área de Internacional, Nestor Cerveró, além dos senadores Renan Calheiros, Romero Jucá, Jarder Barbalho, do então deputado Henrique Eduardo Alves, hoje ministro do Turismo, e do lobista Jorge Luz. “Veja” descreve que os peemedebistas pediram US$ 18 milhões em propinas para apoiar a manutenção de Costa e Cerveró nas diretorias da Petrobras e teriam recebido US$ 6 milhões.

A delação de Corrêa aguarda homologação do ministro Teori Zavascki, relator dos inquéritos e ações da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal. A negociação é feita há um ano.

Procurados pela revista, os citados negaram ter recebido ou pago propina.

EXTRA