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Prazo de entrega de passaportes sobe de seis para 30 dias

Segundo Polícia Federal, Casa da Moeda está sem papel para documento. Falta de estoque deve ser regularizada até junho, diz instituição. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Segundo Polícia Federal, Casa da Moeda está sem papel para documento. Falta de estoque deve ser regularizada até junho, diz instituição. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O prazo para a entrega de passaportes passou de seis dias úteis para 30 dias corridos, contados a partir do comparecimento ao posto de atendimento. A medida, anunciada pela Polícia Federal nesta sexta-feira (22), foi motivada por um atraso de um dos fornecedores da Casa da Moeda, responsável pela entrega do papel com o qual a capa do documento é produzida.

Ainda de acordo com a instituição responsável pela emissão do passaporte, a falta de estoque do papel se deve ao aumento da demanda do documento, observada desde o último mês de fevereiro. A expectativa é que a situação seja regularizada até o fim do mês de junho e os casos de emergência serão avaliados de forma individual.

Apesar da extensão no prazo, o atendimento nas dez estações da Polícia Federal para dar entrada na emissão dos passaportes ocorre normalmente. Para dar entrada no documento, é preciso acessar o site da Polícia Federal e clicar no link para requerer a emissão do passaporte.

Mudanças no preço

Desde julho de 2015, o documento passou a ter validade de dez anos e ter custo de emissão de R$ 257,25. O custo por cada ano de validade é de R$ 25,72. No caso de concessão de passaporte emergencial, o custo é de R$ 334,42. Para a emissão de novo documento sem apresentar o passaporte anterior, o custo é de R$ 514,50.

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Com o Mundial na mira, Juliana se diz “curada” sobre ausência na Olimpíada

Juliana, oito vezes campeã do Circuito Mundial, está em novo momento na carreira (Foto: FIVB)

Juliana, oito vezes campeã do Circuito Mundial, está em novo momento na carreira (Foto: FIVB)

Em um encontro com crianças, surge a pergunta, de maneira natural. – Quantos títulos você tem? disse uma delas. A resposta vem mais natural ainda, em forma de pergunta. – Nacional ou mundial?, questiona Juliana Felisberta, atleta do vôlei de praia, oito vezes campeã do Circuito Mundial, cinco vezes campeã do Circuito Brasileiro e bronze nos jogos olímpicos de Londres 2012. Em visita ao Lar Amigos de Jesus (espaço que acolhe crianças em tratamento de câncer), na tarde desta quinta-feira (21), em Fortaleza, a jogadora conversou sobre o momento na carreira, o sentimento de estar fora das Olimpíadas e fala de favoritismo do Brasil no esporte. Além disso, atleta deu autógrafos, presenteou as crianças e prometeu uma quadra de vôlei aos pequenos.

Sorriso é o cartão de visita para quem chega ao Lar Amigos de Jesus. Assim, a octa-campeã mundial de vôlei de praia Juliana foi recebida. O espaço recebe crianças de 0 a 18 anos de várias partes do País, que chegam ao Ceará para tratamento do câncer. Cerca de 150 são atendidas mensalmente. Juliana chegou à Fortaleza durante a madrugada para participar do Circuito Brasileiro e da Liga Mundial. Aproveitando a oportunidade, foi conhecer o lugar.

– Saio daqui bem diferente de como cheguei. Às vezes, a gente acha que veio deixar alguma coisa, mas, na verdade, a gente acaba ganhando. É um ganho de energia, de coisa boa. Estou feliz por ter tido essa experiência. Todas as vezes em que visitei lugares como esse, eles apareceram nos jogos e, quando vejo, fico bem emocionada. E eles ficam loucos me vendo jogar. A troca de energia não tem preço. O que a pessoa tem de mais importante no mundo é doar o seu tempo. Eles estão doando o tempo deles e eu também – disse a jogadora após muitas fotos e mensagens de carinho feitas pelos pequenos.

Ao final do encontro, um registro de parte das crianças que estiveram no encontro com a jogadora (Foto: Crisneive Silveira)

Ao final do encontro, um registro de parte das crianças que estiveram no encontro com a jogadora (Foto: Crisneive Silveira)

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Suspeito de assalto se atrapalha e atira em comparsa

Imagem: Reprodução

Imagem: Reprodução

Um presidiário do regime semiaberto, de 32 anos, foi ferido durante uma tentativa de assalto em um bar de Campina Grande, no Agreste paraibano. Segundo a Polícia Militar, o tiro que feriu o suspeito saiu da arma do próprio comparsa dele, que teria ficado nervoso e se atrapalhado depois de anunciar o assalto. O suspeito que atirou fugiu do local deixando uma moto e o amigo ferido no local.

O caso aconteceu no início da tarde de ontem(22). De acordo com o Centro Integrado de Operações da Polícia Militar (Ciop), testemunhas relataram que os dois homens estavam passando por ruas do bairro Alto Branco, roubando pessoas que caminhavam. Ao anunciar o assalto em um bar, na rua Agamenon Magalhães, um dos suspeitos teria se atrapalhado e atirado no comparsa.

O homem ferido caiu em uma calçada, foi socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado para o Hospital de Trauma de Campina Grande. Até as 15h50, o paciente estava no bloco cirúrgico, segundo informou o hospital.

Ainda de acordo com a Polícia Militar, até este horário o outro suspeito não foi preso nem identificado. A moto usada pela dupla, que ficou abandonada no local, não tinha restrição de roubo ou furto.

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Inusitado: Professor de Direito dá aula vestido de Darth Vader e motiva estudantes

"Fiz isso para dinamizar aulas e aliviar tensão nos dias de prova". Professor também é delegadao da Polícia Civil da Paraíba (Foto: Lamartine Lacerda / Arquivo Pessoal)

“Fiz isso para dinamizar aulas e aliviar tensão nos dias de prova”. Professor também é delegado da Polícia Civil da Paraíba (Foto: Lamartine Lacerda / Arquivo Pessoal)

Um professor de 42 anos que dá aulas na disciplina de direito penal no curso de Bacharelado em Direito de uma faculdade particular de Campina Grande, no Agreste paraibano, resolveu inovar na forma de aplicar as provas. Visto como vilão nas aplicações das avaliações, ele se fantasiou de Darth Vader (personagem do filme Star Wars) na sala de aula. Segundo o professor Lamartine Lacerda, que também é delegado da Polícia Civil da Paraíba, essa foi a maneira que ele encontrou para dinamizar as aulas e aliviar a tensão dos alunos nos dias de provas.

A medida é adotada há cerca de dois anos, depois que o professor percebeu que os alunos tinham dificuldade em compreender as teorias das disciplinas de direito penal e execução penal. “Eu sempre tentei inovar, para ajudar na compreensão. No início eu usava filmes e exemplos de casos que recebia na delegacia. Sempre tive o desejo de ser professor e, pela dificuldade que tive de compreender essas teorias quando era aluno, eu disse que quando fosse pra sala de aula ensinar, nadaria contra a maré”, disse o professor.

O professor conta que na primeira vez que entrou na sala de aula fantasiado, os alunos tiveram um grande susto e ficaram surpresos. Ele destaca que, depois desta medida, a frequência nas aulas e as notas dos alunos tiveram uma grande melhora.

“Eu sou fã de Star Wars e tinha comprado uma máscara do Darth Vader para o meu filho. No dia da prova resolvi levá-la para a sala, pois os alunos costumam ver o professor como um vilão nos dias de avaliação. Os alunos ficam sem acreditar, mas isso ajudou muito, pois eles ficaram ficaram menos tensos e desenvolvem melhor a avaliação”, disse Larmartine Lacerda.

Além do Darth Vader, o professor já deu aulas fantasiado de outros personagens como Coringa, Dick Vigarista e até de terrorista. “Os alunos ficam ansiosos para saber qual fantasia usarei nas provas das outras turmas. Os coordenadores da faculdade concordam e isso é algo que gosto de levar para a sala de aula”, conta o professor.