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LAVA JATO

Justiça bloqueia R$ 28,7 milhões nas contas da mulher de João Santana

MÔNICA MOURA  E O ESPOSO JOÃO SANTANA,MARQUETEIRO DAS CAMPANHAS DE LULA E DILMA , ESTÃO PRESOS DESDE O DIA 22/02

MÔNICA MOURA E O ESPOSO JOÃO SANTANA,MARQUETEIRO DAS CAMPANHAS DE LULA E DILMA , ESTÃO PRESOS DESDE O DIA 22/02

 

Cumprindo uma determinação do juiz federal Sérigo Moro, a Justiça bloqueou R$ 28,7 milhões em duas contas de Mônica Moura, mulher do publicitário João Santana. Por meio do sistema de bloqueio eletrônico do Banco Central, foram bloqueados também R$ 2,7 milhões nas contas de Santana. A decisão de Moro foi proferida como medida cautelar na investigação da Operação Acarajé, deflagrada na semana passada.

O bloqueio atingiu também outros investigados e empresas do publicitário. Na conta da Polis Propaganda foram bloqueados R$ 407 mil. Na Operação Acarajé, os investigadores suspeitam que Santana e sua mulher receberam US$ 7,5 milhões, que teriam sido pagos por meio de empresas offshores controladas pela Odebrecht no exterior.

Em depoimentos, o casal confirmou que recebeu dinheiro no exterior por campanhas eleitorais na Venezuela e em Angola. A suspeita é de que os valores sejam oriundos do esquema de corrupção na Petrobras.

( Com informações Agência Brasil)


Diversos

Lula e Marisa não irão comparecer a depoimento sobre triplex no Guaruja

Lula e Marisa. Foto: Ricardo Stuckert - Instituto Lula

Lula e Marisa. Foto: Ricardo Stuckert – Instituto Lula

A informação foi divulgada pelo Instituto Lula nesta segunda-feira (29), e apresentada ao Ministério Público de São Paulo pela defesa de Lula e Marisa: O ex-presidente e a sua esposa não comparecerão ao depoimento sobre o triplex no Guarujá, que está marcado para quinta-feira, em São Paulo.

De acordo com o Instituto, foram protocoladas no Ministério Público explicações por escrito a respeito da investigação sobre o imóvel. A defesa de Lula pediu ainda ao Tribunal de Justiça de São Paulo um habeas corpus preventivo que garanta que eles não sejam obrigados a comparecer para depor.

O Ministério Público informou que Lula e Marisa não são obrigados a prestar depoimento.

(Com informações do G1)

Política

Supremo Tribunal Federal nega perdão de pena do mensalão à José Dirceu

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EX-MINISTRO JOSÉ DIRCEU CUMPRIA PENA NO REGIME SEMIABERTO, ATÉ SER PRESO NO ANO PASSADO POR SUSPEITA DE ENVOLVIMENTO EM ESQUEMA INVESTIGADO NA OPERAÇÃO LAVA JATO

 

 

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou  pedido de indulto feito pelo ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, condenado no processo do mensalão e atualmente preso preventivamente na Operação Lava-Jato.

O benefício consiste no perdão total e irrestrito à condenação. Barroso explicou que, para receber o perdão, o preso não pode ter nova condenação. Como Dirceu ainda não foi julgado na Lava-Jato, o ministro preferiu esperar a decisão do juiz federal Sérgio Moro, da primeira instância, para examinar novamente o pedido do petista.

Na semana passada, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou parecer ao STF dizendo que primeiro aguardaria a posição do tribunal sobre a transferência de Dirceu para o regime fechado, para depois opinar sobre o indulto. Recentemente, Janot pediu que o petista cumpra o restante da pena do mensalão em regime fechado, por conta da nova acusação na Lava-Jato. Hoje, se for libertado por Moro, Dirceu voltaria para o regime domiciliar. Barroso ainda não decidiu sobre a regressão do regime.

Na semana passada, Janot enviou ao STF pareceres favoráveis à concessão do indulto a oito condenados no processo do mensalão. Estão na lista o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares; o ex-diretor do Banco Rural Vinícius Samarane; o advogado Rogério Tolentino; os ex-deputados João Paulo Cunha (PT-SP), Pedro Henry (PP-MT), Romeu Queiroz (PMB-MG), Valdemar Costa Neto (PR-SP) e Bispo Rodrigues (PR-RJ). Barroso ainda não decidiu se eles serão ou não beneficiados. Em caso positivo, o grupo será perdoado definitivamente pelos crimes que cometeram no esquema que vigorou durante o governo Lula.

O indulto é um perdão pelos crimes aos quais os presos foram condenados, desde que se enquadrem em critérios pré-estabelecidos pelo Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária. O benefício está previsto na Constituição Federal e só pode ser concedido pelo presidente da República. Tradicionalmente, todo Natal é publicado no Diário Oficial da União um decreto de indulto. O indulto não é automático: precisa ser pedido à Justiça pela defesa do preso.

O decreto do último Natal prevê o perdão para condenados que estejam em regime aberto, cujas penas remanescentes não sejam superiores a oito anos, se não reincidentes, e seis anos, se reincidentes, desde que já tenham cumprido um quarto da pena. De acordo com o decreto, quem obtém o indulto não precisa cumprir o restante da pena, sem nenhuma restrição, como se apresentar à Justiça periodicamente.

O Globo


Política

Eduardo Machado defende continuidade da aliança com Carlos Eduardo e diz que o PPS deve definir se é governo ou oposição

EDUARDO MACHADO: “O PPS HOJE, ATÉ QUE ME PROVEM O CONTRÁRIO, É ALIADO DE CARLOS EDUARDO E ISSO PRECISA FICAR CLARO”

EDUARDO MACHADO: “O PPS, ATÉ QUE ME PROVEM O CONTRÁRIO, É ALIADO DE CARLOS EDUARDO E ISSO PRECISA FICAR CLARO” (FOTO: UOL)

Pré-candidato a vereador nas eleições municipais no ano em curso, o secretário municipal de Esportes e Lazer, Luiz Eduardo Machado, disse na tarde de hoje que não concorda que o seu partido, o PPS, tenha um candidato próprio a prefeito do Natal. Na opinião de Machado, o PPS deve definir se é governo ou oposição.

“Defendo a continuidade da aliança que vem dando certo. Afinal, o partido faz parte de uma gestão que é aprovada por 75% da população, e o PPS, com o nosso trabalho na Secretaria de Esportes e Lazer, contribui para essa aprovação”, enfatizou.

Questionado sobre as declarações do vice-presidente do PPS, médico Geraldo Ferreira, que disse à imprensa que o prefeito Carlos Eduardo Alves havia se afastado dos aliados e trabalhava no sentido de entregar a prefeitura da capital ao PMDB, Machado preferiu não polemizar. “Respeito suas declarações, só que o PPS hoje, até que me provem o contrário, é aliado de Carlos Eduardo e isso precisa ficar claro”, assinalou.

Ele destacou, no entanto, que uma eventual candidatura de Geraldo Ferreira a prefeito de Natal, teria que passar por um debate interno, e voltou a defender a continuidade da aliança com o Carlos Eduardo.

“Geraldo é um nome preparado, qualificado, mas é preciso, antes de lançar qualquer tipo de candidatura, haver um debate dentro do partido, porque hoje o partido faz parte da base de apoio do prefeito Carlos Eduardo. Nós temos uma secretaria e estamos contribuindo para a gestão do prefeito. Quando eu for convocado pelo partido para discutir as eleições, vou dizer que o meu posicionamento é que a gente possa continuar a aliança com o prefeito, pois é uma aliança que vem dando certo”, reforçou.