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Segurança

Quase uma tonelada de drogas será incinerada em Mossoró

 A QUEIMA DAS DROGAS IRÁ ACONTECER NA FÁBRICA DA USIBRAS, LOCALIZADA NO MUNICÍPIO.(DIVULGAÇÃO/SESED)


A QUEIMA DAS DROGAS IRÁ ACONTECER NA FÁBRICA DA USIBRAS, LOCALIZADA NO MUNICÍPIO.(DIVULGAÇÃO/SESED)

 

A Polícia Civil irá incinerar, às 9hs desta quarta-feira (27), quase uma tonelada de droga que foi apreendida na semana passada.

As drogas, que somam  913 quilos sendo 803 quilos de cocaína e 110 quilos de maconha, foram apreendidas por uma equipe de policiais civis do plantão da Delegacia Municipal de Mossoró, sob a chefia do delegado André Albuquerque, com apoio de policiais militares da Rocam, na última quinta-feira (21).

A queima será realizada na Usibras, que fica localizada à Avenida do Contorno, bairro Abolição.


Geral

Pescadores de Areia Branca-RN estão desaparecidos desde sábado (23); Marinha faz buscas

A Marinha do Brasil faz buscas por dois pescadores que desapareceram no sábado (23) na praia de Ponta do Mel, em Areia Branca, cidade da região da Costa Branca potiguar. Os pescadores foram identificados como Francisco Antônio Rodrigues e Manoel Anxieta Rodrigues.

Uma equipe de inspetores navais da Marinha foi enviada para as apurações e solicitou ao Centro de Hidrografia da Marinha (CHM) a emissão de ‘Avisos Rádios Náuticos’. Em seguida, iniciou as buscas em ação conjunta com o Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte.

De acordo com a Capitania dos Portos, a embarcação da dupla, uma jangada chamada ‘Navegantes’, foi encontrada na noite desta segunda (25) a uma distância de 22 milhas da costa no município de Icapuí, no Ceará.

G1 RN

 

Política

Nos bastidores, Dilma já defende novas eleições

PRESIDENTE AVALIA QUE A PROPOSTA É UMA CONTRAOFENSIVA AO QUE CHAMA DE "GOLPE"(CRISTIANO MARIZ/VEJA)

PRESIDENTE AVALIA QUE A PROPOSTA É UMA CONTRAOFENSIVA AO QUE CHAMA DE “GOLPE”(CRISTIANO MARIZ/VEJA)

A presidente Dilma Rousseff já admite, nos bastidores, a possibilidade de defender a proposta que prevê a convocação de novas eleições presidenciais. Se passar pelo Congresso, a proposta encurtaria em dois anos o seu mandato. A presidente ainda avalia o melhor momento de assumir abertamente a estratégia. Ministros próximos a Dilma dizem que isso já é “fato consumado” porque ela não terá governabilidade com o país dividido, mesmo se não sofrer impeachment no julgamento final do Senado.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu nesta segunda-feira (25) com Dilma e tratou do assunto. Pela primeira vez desde que teve a nomeação suspensa para a Casa Civil, há 41 dias, Lula foi ao Palácio do Planalto. À noite, jantou com Dilma e com ministros, no Alvorada. Para Lula, porém, a hora é de concentrar esforços no movimento de resistência ao impeachment.

A ideia de novas eleições conta com o apoio da maioria do PT e até do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que é desafeto do vice-presidente Michel Temer. Até recentemente, Dilma resistia a aceitar a abreviação do seu mandato, mas, segundo auxiliares, começou a perceber que precisa fazer um gesto de “pacificação”. Ela avalia que a proposta pode ser uma contraofensiva ao que chama de “golpe”.

Em conversas reservadas, ministros do PT argumentam que o plano, por si só, tem o condão de colocar Temer contra a parede. Além disso, há a possibilidade de atrair o PSDB do senador Aécio Neves (MG), que quer vetar a participação de integrantes de seu partido em eventual governo Temer.

Apesar de manter o discurso oficial de que é possível virar o jogo do impeachment, senadores do PT e de partidos da base aliada do governo dão como certa a aprovação do afastamento de Dilma na primeira votação, no plenário do Senado, prevista para a segunda semana de maio. Se este cenário for confirmado, a presidente será afastada automaticamente por até 180 dias.

PEC – Pelo cronograma traçado em gabinetes do Palácio do Planalto, o envio da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) ao Congresso, sugerindo eleições presidenciais em outubro – mês das disputas pelas Prefeituras -, ocorreria justamente nesse período. A PEC precisa ser votada em dois turnos em cada Casa do Congresso e só é aprovada se obtiver três quintos dos votos dos deputados (308) e dos senadores (49).

“Vou lutar até que eleições diretas sejam realizadas, se eu for afastada do cargo, uma situação hipotética, que eu não acredito”, chegou a afirmar Dilma, em entrevista ao Wall Street Journal, na semana passada.

Para Lula, se a presidente for mesmo afastada, a chance de ela retornar ao Planalto é remota. Mesmo assim, a estratégia consiste em infernizar a vida de Temer durante o provável “exílio” de Dilma, para expor as “fragilidades” do peemedebista e montar uma espécie de “governo paralelo”, em oposição ao novo ocupante do Planalto.

A ordem é resistir até o julgamento final no Senado – que pode ocorrer em setembro -, entremeando a defesa política com recursos ao Supremo Tribunal Federal. “Se Temer assumir, ele não dura três meses no cargo porque não aceitaremos isso. Haverá protestos em todo o país”, insistiu o senador Lindbergh Farias (PT-RJ). “Nós não imaginamos que o PT queira exercitar a sua capacidade de fazer oposição fora da luta política convencional”, provocou o ex-ministro Eliseu Padilha (PMDB), aliado de Temer.

De qualquer forma, o PT também já prepara uma narrativa para disputar a eleição presidencial de 2018. Embora seja alvo da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, e esteja na mira do Ministério Público, Lula ainda é o único nome do PT com potencial para concorrer à sucessão de Dilma. Nas fileiras do partido há quem diga que, com a crise se agravando a cada dia, o impeachment da presidente pode representar a “salvação” de Lula. O raciocínio é que, se isso não ocorrer, ela continuará “sangrando” até 2018. Se sair antes, porém, o PT poderá usar o discurso do “golpe” e de que teve uma presidente “apeada do poder”.

Veja


Política

Raimundo Lira (PMDB-PB) é eleito presidente da Comissão do Impeachment no Senado

O SENADOR RAIMUNDO LIRA (PMDB-PB). (FOTO: AGENCIA BRASIL)

O SENADOR RAIMUNDO LIRA (PMDB-PB). (FOTO: AGENCIA BRASIL)

Na manhã desta terça-feira (26) , o senador Raimundo Lira (PMDB-PB) foi eleito presidente da Comissão Especial do Impeachment no Senado. Os parlamentares discutem agora a indicação do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) para a relatoria do processo.

Assim, passa a contar o prazo de dez dias para que o relator do caso, ainda a ser escolhido, apresente um parecer que precisa ser aprovado por maioria simples, entre os 21 integrantes do colegiado.

Antes mesmo da confirmação do nome de Raimundo Lira (PMDB-PB) para a presidência da comissão, único nome indicado e aclamado por governistas e oposição, uma questão de ordem tumultuou a reunião.

Inclusão de advogado

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), nos primeiros minutos da sessão, apresentou questão de ordem para que seja incluído o nome do advogado Flávio Henrique Costa Pereira, coordenador jurídico nacional do PSDB, como um dos subscritores do pedido que culminou na abertura do processo, ao lado do jurista Hélio Bicudo e dos advogados Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal.

O contraponto foi feito pelo senador Cássio Cunha Lima (PB), líder do PSDB no Senado, que afirmou que Pereira é advogado dos três autores e não subscritor. “É mais uma tentativa de, já no início da sessão, criar obstáculo e impedir o avanço da investigação com esse tipo de chicana”, atacou o parlamentar.

O debate foi interrompido para que Lira fosse oficializado no cargo e retomado em seguida. Depois de solucionar esses questionamentos, os senadores vão escolher o relator do caso. O governo rejeita o nome de Antonio Anastasia (PSDB-MG), única indicação até hoje para o cargo. A votação será nominal.

Antes das 8h, jornalistas já chegavam ao local para tentar garantir um espaço na sala da comissão que tinha vagas limitadas. A Polícia Legislativa do Senado e a Secretaria de Comunicação restringiram a 20 o número de vagas para os profissionais de imprensa, o que causou tumulto.

A Ala Nilo Coelho, do Senado, onde ocorre a sessão, foi bloqueada, provocando uma concentração de pessoas no chamado Túnel do Tempo e alguns jornalistas tentavam, sem sucesso, convencer senadores que entravam na reunião a buscar soluções. Poucos minutos antes do início da sessão, a direção do Senado abriu um plenário ao lado da comissão para que a imprensa acompanhasse os debates por um telão.

Agência Brasil