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Sociedades médicas lançam campanha para evitar ‘overdose’ de exames

Campanha internacional tenta mostrar riscos de 'epidemia de diagnósticos'. (Imagem: Reprodução)

Campanha internacional tenta mostrar riscos de ‘epidemia de diagnósticos’. (Imagem: Reprodução)

Quantos mais exames o médico pede, mais você está protegendo sua saúde? Pode não ser bem assim. Sociedades médicas brasileiras – de Cardiologia e de Medicina de Família – estão trazendo para o Brasil uma campanha internacional que tenta mostrar os riscos do que chamam de “epidemia de diagnósticos”.

Ela seria causada por um excesso de exames, que poderia levar a uma “overdose” de tratamentos desnecessários e, em alguns casos, danosos. Mas como saber se uma prescrição está correta? A ausência de uma resposta exata gera discussão entre médicos e dúvidas entre pacientes.

“Com exames mais sofisticados, os diagnósticos e tratamentos aumentaram. Mas a mortalidade não caiu para nenhum tipo de câncer, nem para doenças cardiovasculares, segundo pesquisas. Certos procedimentos têm efeitos colaterais piores que algumas formas das doenças”, afirma André Volschan, coordenador do Centro de Estudos do Hospital Pró-Cardíaco, no Rio de Janeiro.

Lista de exames

Para evitar mal-entendidos entre os médicos, a campanha no Brasil, que ganhou o apoio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), adotou a estratégia da norte-americana, impulsionada pelo Conselho Americano de Medicina Interna. A ideia não é impor condutas aos doutores, mas estimular as sociedades médicas a criarem suas listas de procedimentos a serem evitados.

Em sua lista, a Sociedade Brasileira de Cardiologia recomenda que seja deixada de lado uma intervenção que movimenta um mercado de US$ 10 bilhões por ano: a colocação de “stents” em pacientes assintomáticos – pequenos tubos que abrem vasos entupidos por placas de gordura no coração.

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Panama Papers: o escândalo dentro do escândalo

Houve buscas na sede panamenha da Mossack. Mas a 'ordem neoliberal' é a maior culpada. (Foto: Reprodução)

Houve buscas na sede panamenha da Mossack. Mas a ‘ordem neoliberal’ é a maior culpada. (Foto: Reprodução)

O maior impacto da divulgação dos Panama Papers deu-se, como seria de esperar, nos países onde chefes de governo ou seus parentes e auxiliares diretos apareceram como proprietários de offshore suspeitas. Naqueles, bem entendido, cujos governantes não detêm poder absoluto, como o rei saudita Salman e demais monarcas do Golfo.

A reação mais rápida foi a da Islândia. No próprio domingo 3 da divulgação, o primeiro-ministro Sigmundur Gunnlaugsson foi apanhado de surpresa pela pergunta sobre sua offshore Wintris.

Estima-se que 23 trilhões de dólares, 15% da riqueza privada mundial, estão escondidos em paraísos fiscais. Confidencialmente, mas em geral dentro das leis que ela mesma impõe a governos e parlamentos, uma pequena elite se furta a contribuir para a sociedade, apesar de deter uma fatia desproporcional da riqueza nacional, enquanto as massas arcam com taxas mais altas e serviços deteriorados, em boa parte para salvar banqueiros e empresários de seus próprios erros.

É uma engrenagem vital do sistema internacional de concentração de renda posto em movimento pela globalização e pelas reformas neoliberais, principalmente o livre movimento de capitais, desde os governos de Ronald Reagan e Margaret Thatcher.

Poroshenko, Macri e Cameron são os líderes cujas offshore podem ter as implicações políticas mais importantes (Foto: Kimimasa Mayama/AFP, Juan Mabromata/AFP, Kerry Davies/AFP)

Poroshenko, Macri e Cameron são os líderes cujas offshore podem ter as implicações políticas mais importantes (Foto: Kimimasa Mayama/AFP, Juan Mabromata/AFP, Kerry Davies/AFP)

 

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Seis pessoas são presas em blitzen da Lei Seca realizadas em Natal

Barreiras foram montadas na Via Costeira e na Rota do Sol. Ao todo, 63 motoristas tiveram a carteira de habilitação apreendida. (Foto: Divulgação/Polícia Militar do RN)

Barreiras foram montadas na Via Costeira e na Rota do Sol. Ao todo, 63 motoristas tiveram a carteira de habilitação apreendida. (Foto: Divulgação/Polícia Militar do RN)

Seis motoristas foram presos em duas blitzen da Lei Seca na madrugada deste sábado (23) em Natal. As barreiras foram montadas na Via Costeira e na Rota do Sol. De acordo com a Polícia Militar, 63 motoristas tiveram a carteira de habilitação apreendida.

Ainda segundo informações da PM, um músico que vinha de Pirangi furou a blitz da Rota do Sol e quase atropelou os policiais que atuavam na barreira. Ele foi perseguido e preso na Vila de Ponta Negra, na Zona Sul de Natal.


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Mossoró e Gostoso recebem Festival em maio

Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

O Fest Bossa & Jazz anunciou os primeiros eventos do circuito em 2016. De acordo com a organização do festival, as cidades de Mossoró, na região Oeste e São Miguel do Gostoso, no litoral Norte potiguar recebem o evento em maio deste ano.

Em Mossoró, que recebe o evento pela primeira vez, o Fest Bossa & Jazz acontecerá nos dias 25 e 26 de maio, no feriado de Corpus Christi.
Na sequência, São Miguel do Gostoso recebe o circuito nos dias 27, 28 e 29 de maio. A cidade potiguar já recebeu o evento no ano passado. As atrações ainda não foram confirmadas pela produção do evento.