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Educação

Alunos de Parnamirim são pré-selecionados para Olímpiadas Internacionais de Astronomia

OS PRÉ-SELECIONADOS ALCANÇARAM O MÉRITO PELO SEU BOM DESEMPENHO NA OLIMPÍADA BRASILEIRA DE ASTRONOMIA E ASTRONÁUTICA (OBA)

A Educação em Parnamirim é destaque novamente por excelentes resultados, desta vez, pelo desempenho dos alunos pré-selecionados para a fase online das seletivas das Olímpiadas Internacionais de Astronomia em 2019.

Os pré-selecionados alcançaram o mérito pelo seu bom desempenho na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). São eles, as gêmeas Sofia e Romana Galvão, da Escola Municipal Prof. Luiz Maranhão Filho, em Monte Castelo; e o aluno Jonathan Lira, da Escola Municipal Manoel Machado, em Emaús.

“Esse feito consagra o esforço e dedicação destes alunos, com o apoio dos seus professores, o que eleva os bons resultados para a educação em nosso município. Parabéns a todos”, disse Ana Lúcia Maciel, titular da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SEMEC).

Dos oito alunos de Parnamirim pré-selecionados para as Olimpíadas Internacionais de Astronomia em 2019, três são da rede municipal de ensino público, quatro do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do RN (IFRN – Campus Parnamirim) e um do Centro Estadual de Educação Profissional Lourdinha Guerra.

EDUCAÇÃO VEM SENDO RECONHECIDA COM MUITOS PRÊMIOS EM 2018

Além da conquista de primeiro lugar do RN no Prêmio Professores do Brasil do MEC, por meio do CMEI Liquinha Alves, Parnamirim está na liderança com 85% das escolas públicas municipais certificadas pelo UNESCO (2017-2018) em todo o estado e tem o segundo melhor projeto de incentivo à leitura do país, prêmio conferido pela Fundação Nacional do Livro Infanto-Juvenil ao projeto “Parnamirim, um rio que flui para o mar da leitura”.

“Estas conquistas da Educação em nosso município sinalizam que, mesmo diante dos desafios da área em todo o país, temos uma equipe de professores e gestores ousada e criativa, que transforma a vivência escolar em projetos pedagógicos transformadores”, encerrou a titular da pasta da Educação, Ana Lúcia Maciel.


Polícia

PMs que participaram de tiroteio que matou Benes Junior são afastados

Carro da família de Benes Leocádio foi atingido por vários tiros durante o confronto. Dentro do veículo estava o filho dele, feito refém pelos assaltantes (Foto: Inter TV Cabugi/Reprodução)

CARRO DA FAMÍLIA DE BENES LEOCÁDIO FOI ATINGIDO POR VÁRIOS TIROS DURANTE O CONFRONTO. (FOTO: INTER TV CABUGI/REPRODUÇÃO)

Por determinação do Comando Geral da Polícia Militar do RN, os quatro policiais militares que participaram da troca de tiros com os bandidos que sequestraram o filho do ex-prefeito de Lajes foram afastados de suas funções. O sargento, o cabo e os dois soldados que estavam na viatura que interceptou os criminosos devem ficar fora das ruas, enquanto durar o processo administrativo instaurado para apurar o caso.

Durante o confronto, que ocorreu na tarde da quarta-feira (15) na Zona Norte de Natal, morreu um dos assaltantes, um adolescente de 17 anos, e também o refém, o estudante Luiz Benes Leocádio Júnior, de 16 anos. Um segundo adolescente, que também tem 16 anos, foi apreendido. Com os dois ladrões foram apreendidos dois revólveres.

O processo militar tem o objetivo de avaliar todo o procedimento adotado pela equipe, principalmente identificar de onde partiram os tiros quem vitimaram o refém e responsabilizar, administrativamente, os envolvidos na ação. Segundo a assessoria de comunicação da Polícia Militar, essa apuração deve ser concluída em até 40 dias.

Paralelamente ao processo administrativo, corre a investigação criminal feita pela Polícia Civil, que está sendo conduzida pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

As armas que os PMs portavam na ação – quatro pistolas, uma espingarda, uma submetralhadora e um fuzil – foram recolhidas logo após o confronto e devem ser encaminhadas ainda nesta sexta-feira (17) para exames balísticos no Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep).

Benes Júnior e o pai, Benes Leocádio (Foto: Reprodução/Facebook)

FILHO DO EX-PREFEITO DE LAJES BENES LEOCÁDIO, BENES JUNIOR FOI MORTO NO TIROTEIO APÓS TER SIDO LEVADO COMO REFÉM EM UM SEQUESTRO RELÂMPAGO. (FOTO: REPRODUÇÃO/FACEBOOK)

Fonte: G1 RN

Política

Propaganda eleitoral paga na internet terá que ser identificada

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CANDIDATOS E PARTIDOS NÃO PODEM IMPULSIONAR CONTEÚDOS OU PAGAR RESULTADOS DE BUSCA SEM ESSAS IDENTIFICAÇÕES. (CHRIS JACKSON/GETTY IMAGES)

Com o começo oficial da campanha eleitoral, teve início também a divulgação de publicidade voltada à disputa de outubro. Além dos tradicionais anúncios em rádio e TV, abre-se o período, de maneira inédita, para a divulgação de propaganda paga de candidatos e partidos em redes sociais.

A novidade foi introduzida pela Minireforma Eleitoral (Lei 13.488), aprovada no ano passado. A norma prevê as modalidades de impulsionamento de conteúdo (praticadas pelo Facebook, por exemplo) e de priorização paga de conteúdos em mecanismos de busca (adotada pelo Google, por exemplo).

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou uma resolução (23.551/2017) detalhando exigências para essa modalidade de campanha. As mensagens com essa finalidade devem estar identificadas como tal, por meio da criação de selos (como no caso do Facebook) ou outras marcas. O TSE também definiu a necessidade das publicações trazerem as informações sobre o candidato ou partido, como os nomes e o CPF ou CNPJ do patrocinador daquela publicação.

Sendo essa uma obrigação da legislação eleitoral, candidatos e partidos não podem impulsionar conteúdos ou pagar resultados de busca sem essas identificações. Os que agirem desta maneira estão sujeitos à fiscalização. As denúncias podem ser feitas por eleitores (por meio do aplicativo Pardal), por candidatos ou pelo Ministério Público Eleitoral. Os questionamentos são analisados pela Justiça Eleitoral e podem se transformar em sanções diversas.

Concorrentes e legendas também não podem veicular publicidade em outros canais na internet, como banners em sites. Mas podem enviar mensagens por correio eletrônico e divulgar mensagens em seus sites.

Facebook

O Facebook abriu processo de cadastramento para veicular publicidade eleitoral paga. A inscrição pode ser feita por meio de um formulário específico disponibilizado no site da rede social. Esses anúncios serão identificados nas linhas do tempo dos usuários da plataforma como “propaganda eleitoral”. Aqueles publicados por candidatos vão mostrar o CPF dele, bem como a legenda à qual é filiado. Já os anúncios de partidos vão conter o CNPJ da legenda.

Consultado pela Agência Brasil, o Facebook não informou quantos candidatos e legendas já se cadastraram até o presente momento. Na plataforma, além da fiscalização da Justiça Eleitoral, os candidatos também ficam sujeitos às regras internas, denominadas “Padrões da Comunidade” (Community Standards). Esses princípios definem os limites do que pode ser publicado, proibindo, por exemplo, mensagens com discurso de ódio e conteúdos não autênticos. A empresa já afirmou em diversas ocasiões que não fiscalizará as chamadas “notícias falsas”.

O eleitor que receber uma mensagem desta poderá verificar o motivo em uma ferramenta, denominada “Por que estou vendo este anúncio”. A plataforma vai disponibilizar também um recurso chamado de “biblioteca de anúncios”. Nela, os usuários poderão ver posts pagos relacionados a política, incluindo propaganda eleitoral. Este repositório vai reunir tanto as publicações impulsionadas ativas quanto as que já foram divulgadas, permitindo que o eleitor possa verificar quais são as mensagens difundidas por seu candidato ou por concorrentes.

Este mecanismo tem por objetivo dialogar com preocupações manifestadas por diversos agentes da sociedade civil em eventos sobre internet e eleições acerca dos riscos da publicidade paga no Facebook, o que permitiria segmentar, ou quase personalizar, mensagens dos candidatos. Assim, abriria espaço para que um político falasse algo específico para um determinado público e, para outro grupo segmentado, um conteúdo diferente, ou até mesmo contraditório.

Google

O Google informou à Agência Brasil que vai disponibilizar as plataformas de publicidade a candidatos e partidos “de acordo com as regras previstas pelo Tribunal Superior Eleitoral”. Os conteúdos impulsionados voltados à campanha deverão ser identificados como “anúncio eleitoral” pelos responsáveis e conter CPF ou CNPJ, a depender se o patrocinador for um candidato ou partido.

Ainda de acordo com a assessoria, as plataformas identificam qualquer forma de anúncio, diferenciando o resultado de busca pago dos resultados “orgânicos”. A exemplo do Facebook, caso um usuário queira saber por que está visualizando aquela publicação paga, pode clicar em um ícone “I” e, em seguida, na opção “Por que esse anúncio”. O usuário pode também bloquear os anúncios daquela fonte se não quiser mais receber propaganda eleitoral daquele candidato.

Outra opção ao usuário é a denúncia de uma propaganda deste tipo. Basta clicar no ícone “x” e depois na opção “Denunciar este anúncio”. Na ferramenta, a pessoa pode justificar porque está questionando aquela mensagem. Segundo a assessoria da empresa, a legislação eleitoral não prevê fiscalização prévia dos assuntos, mas os candidatos e legendas estão sujeitos às políticas internas e podem ser alvo de punições como bloqueio da propaganda ou da conta.

Outras plataformas

O Twitter anunciou que não veicularia anúncios por não ter como se adequar às exigências do TSE.

Agência Brasil

Educação

Avaliação do Plano Municipal de Educação é debatida em audiência pública

AUDIÊNCIA PÚBLICA FOI REALIZADA NESTA QUINTA-FEIRA (16). (FOTO: ELPÍDIO JUNIOR)

Uma audiência pública na Câmara Municipal de Natal, nesta quinta-feira (16), debateu o cumprimento das metas do Plano Municipal de Educação (PME) em seus dois primeiros anos de vigência. O texto firma o compromisso político com a universalização e a qualidade da educação pública no município através de um planejamento com duração de dez anos, contendo 20 metas.
A vereadora Eleika Bezerra (PSL), presidente da Comissão de Educação e propositora da audiência, destacou a obrigatoriedade do Município em apresentar relatório trimestral sobre a execução do PME. “Essa foi uma das emendas aprovadas por nós na época da votação da matéria e, ao meu ver, é a mais importante de todas. Porque abre a possibilidade de avaliarmos o andamento das ações”, disse ela.
“O debate foi qualificado, dinâmico e fundamentado. No entanto, senti falta de alguns atores relevantes no processo, como a Secretaria Municipal de Educação, que deveria estar aqui para prestar contas. Um assunto recorrente nas reuniões é o atraso de salários dos terceirizados, fato que temos denunciado repetidas vezes neste plenário, haja vista o impacto negativo que gera nas escolas”, completou Eleika.
Dentre os princípios básicos e metas do Plano Municipal de Educação, estão: erradicar o analfabetismo; universalizar o atendimento escolar; melhoria na qualidade da educação e nos índices de proficiência dos alunos; melhor aplicação dos recursos públicos; valorização dos profissionais da Educação; reestruturação das escolas; entre outros.
Simonete Almeida, diretora de Organização da Capital do Sinte/RN, falou que o PME não está sendo efetivado nas suas metas e estratégias. “Na parte do Plano de Carreira dos professores estamos seguindo na contra-mão, inclusive já tivemos até uma greve para a Prefeitura reconhecer a necessidade do reajuste do piso salarial da categoria. Ou seja, o tempo passa e a valorização dos trabalhadores não acontece”.
Geomarque Nunes, secretário-adjunto de Administração de Natal (Semad), disse que o Executivo está empenhado em implantar tudo que estiver previsto na lei. “Faremos o necessário para implantar todos os pontos estabelecidos no Plano de Educação, em consonância, claro, com os recursos disponíveis. Dito isso, ressalto que os salários dos servidores efetivos estão rigorosamente em dia. Este é o ponto principal”, finalizou.