Últimas do FM

OAB;OAB/RN

ELEIÇÃO DA OAB: “Pesquisa reflete a eleição passada”, diz Erick Pereira, apontado como o ‘nome mais respeitado’ da advocacia do RN

Resultado de imagem para erick pereira

ERICK PEREIRA APARECE NA PESQUISA CONSULT/BLOG DO BG COMO SENDO O NOME ‘MAIS RESPEITADO DA ADVOCACIA POTIGUAR’

O especialista em Direito Eleitoral, advogado Erick Pereira, ao comentar sobre a pesquisa Consult / Blog do BG, destacou que os números divulgados refletem o resultado da última eleição, quando os advogados Paulo Coutinho e Magna Letícia disputaram a presidência da OAB/RN, que acabou sendo alcançada por Coutinho.

Naquela ocasião, Magna Letícia  conquistou em Natal a maioria dos eleitores, com 2.443 votos contra 2.411 votos do então candidato Paulo Coutinho. Uma vantagem de apenas 32 votos.

No entanto, foi exatamente a forte presença de Coutinho no interior do Rio Grande do Norte que garantiu a sua superioridade como candidato.

“A campanha ainda não começou”, alerta Pereira, cujo nome também aparece na pesquisa  Consult/Blog do BG como sendo ‘o mais respeitado da advocacia potiguar’, liderando um ranking composto por outros juristas renomados, como  Paulo Lopo Saraiva, Paulo Teixeira, Paulo Coutinho e Aldo Medeiros.

“A citação de meu nome encabeçando um ranking composto por profissionais de tão alto nível só aumenta a minha responsabilidade enquanto advogado”, disse Erick.

Polícia

Polícia Civil prende dois suspeitos por tráfico de drogas em Nova Parnamirim

GERSON ROBERTO DO NASCIMENTO E PAULO HENRIQUE CORREIA XAVIER, SUSPEITOS PELA PRÁTICA DOS CRIMES DE TRÁFICO DE DROGAS E ASSOCIAÇÃO PARA O TRÁFICO.(FOTO: PC/ASSECOM)

Uma ação da 2ª Delegacia de Polícia Civil de Parnamirim, com apoio da 2ª Delegacia de Polícia Civil de Natal, Delegacia Municipal de Nísia Floresta e da Delegacia Especializada em Assistência ao Turista (Deatur), resultou na prisão em flagrante de Gerson Roberto do Nascimento e Paulo Henrique Correia Xavier, suspeitos pela prática dos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

A prisão dos suspeitos, que fazem parte de uma facção criminosa, aconteceu na rua Poços de Caldas, na Comunidade conhecida como Portelinha, no bairro de Nova Parnamirim. Com eles, os policiais apreenderam maconha, duas porções de cocaína, uma cartela de LSD, quatro balanças de precisão, além de uma quantia de R$ 1.400,00. No momento da prisão, um dos suspeitos apresentou documento falso, o que resultou no indiciamento por falsidade ideológica.

A 2ª DP de Parnamirim conta com o apoio da população local para ajudar a elucidar os crimes da cidade. A população pode realizar denúncias de forma anônima por meio do WhatsApp, pelo número (84) 98135-6724, com garantia de sigilo absoluto.

Internacional

‘Ele chorou e me abraçou’, diz brasileiro detido nos EUA que teve filho separado

IMIGRANTES QUE ATRAVESSARAM A FRONTEIRA DO MÉXICO COM OS EUA AGUARDAM PARA SEREM ENCAMINHADOS A CENTROS DE DETENÇÃO EM RIO GRANDE VALLEY, NO TEXAS (FOTO: LOREN ELLIOTT/FILE PHOTO/REUTERS)

Vinte e seis dias depois de ser apreendido com seu filho na fronteira dos Estados Unidos com o México, um brasileiro em um centro de detenção no estado americano do Novo México diz que não tem ideia de quando poderá ver seu filho de 9 anos.

Em uma entrevista por telefone na noite desta quinta-feira (21), o brasileiro de 31 anos falou à agência Associated Press sob a condição de que seu nome não fosse revelado porque ele teme por sua vida caso seja deportado para o Brasil. O pai, que fez um pedido de refúgio, falou do centro de detenção do condado de Cibola, em Milan.

O brasileiro, do estado de Minas Gerais, afirmou que desde que foram separados falou apenas uma vez com seu filho.“Ele chorou. Estava muito triste”, disse sobre seu filho. “Prometi a ele que seriam apenas de três a cinco dias”.

O mineiro disse que recentemente perdeu seu emprego em uma padaria e que tem uma dívida de cerca de R$ 30 mil que não pode pagar. Segundo ele, um grupo criminosos estava atrás dele para cobrar pelo dinheiro. Na entrevista, ele se recusou a dar mais detalhes sobre o caso.

Ele então decidiu ir aos Estados Unidos com o plano de encontrar um trabalho. Ele e seu filho de 9 anos pegaram um voo para a Cidade do México e depois foram para a fronteira. No Brasil, ficaram a sua mulher e seu outro filho de 3 anos.

Ao tentarem atravessar a fronteira perto de San Isidro, na Califórnia, os dois foram pegos por agentes da fronteira e encaminhados a um centro de detenção onde estavam muitas outras famílias.

“Por dois dias, tudo o que nos deram foi salgadinhos, barras de cereal e suco”, disse.

Então lhe disseram que seu filho seria levado a um centro para menores de idade, e que eles ficariam separados por não mais do que cinco dias.

“Não queria assustá-lo. Disse: ‘Olhe filho, irei por três dias, cinco no máximo, e depois vou ver você de novo’”, contou. “Ele chorou e me abraçou. Ele é um bom menino. Nunca foi separado de mim ou de sua mãe”.

Contato com o filho

Dez dias depois, o pai foi informado que seu filho foi levado a um escritório do programa americano de Reassentamento de Refugiados em Chicago. Então procurou uma ajuda legal e um advogado de imigração acabou o ajudando com uma conversa telefônica de 20 minutos com o garoto.

Nesse meio tempo, o filho tinha conseguido entrar em contato com a sua mãe no Brasil. Quando eles foram separados, o pai deu ao filho o seu aparelho celular, que tinha o telefone de sua esposa.

‘Chora muito’, diz mãe

A mãe do menino falou à AP nesta quinta que seu filho é autorizado a telefonar às segundas e quintas e cada conversa pode durar 30 minutos. Ela disse que o menino está mais calmo do que em suas primeiras conversas, mas ainda está ansioso para ver os pais. O menino tem que tomar ritalina por hiperatividade, e o centro continua a administrar o remédio, disse a mãe.

“Ele chora muito”, disse a mãe, que tem 31 anos e trabalha na limpeza de prédios. “Ele está mais calmo agora, mas ainda quer sair de lá.

“É horrível. Terrível”, disse. “As crianças estão sofrendo. Os pais também”.

Esperançosos

Os dois pais disseram à AP que perguntaram diversas vezes quando verão o seu filho. Eles estão esperançosos de que a ordem executiva assinada pelo presidente Donald Trump na última quarta-feira para interromper a separação de famílias imigrantes possa dar mais clareza a eles, mas isso ainda não aconteceu.

O pai disse que teve um entrevista do pedido de refúgio na quinta. Quando perguntou sobre seu filho, o agente disse que ele era responsabilidade de outro departamento.A mãe  disse que recebeu respostas vagas e parecidas do centro que acolhe o filho, por meio de um advogado.

Processo contra o governo

Um escritório de advocacia que trabalha com imigrantes entrou com processos judiciais contra o governo federal em nome do menino de 9 anos e de outro brasileiro, de 15 anos, que também foi separado de seu pai. Eles sustentam que a separação e os processos contra os pais são ilegais e pedem a reunificação das famílias.

“Estamos trazendo essas ações porque o que essas famílias tem passado é uma farsa”, disse Karen Hoffmann, uma advogada que trabalha nos casos. “Ninguém sabe como serão as reunificações das famílias. O governo certamente não sabe”.

G1

Tecnologia

Brasileiros vencem na China competição internacional de luta de robôs

BRASILEIROS VENCEM NA CHINA COMPETIÇÃO INTERNACIONAL DE LUTA DE ROBÔS, COM O DARK WOLF (MURILO MARIN/DIREITOS RESERVADOS)

Uma equipe de engenheiros brasileiros venceu o Clash Bots, um campeonato internacional de lutas de robôs, realizado na China. O torneio é um reality showtransmitido pela plataforma de vídeos online iQiyi, que tem uma base de 500 milhões de assinantes. Para ganhar o prêmio de R$ 400 mil, o grupo disputou com outros 34 robôs, sendo 21 chineses, além de competidores da Inglaterra, Estados Unidos, Índia e Rússia.

O Dark Wolf, robô brasileiro, participou de 14 lutas no total. Um dos membros da equipe, o engenheiro mecânico Murilo Marin, conta que o grupo tinha que se desdobrar para conseguir recuperar a máquina dos danos sofridos após cada duelo em tempo para a etapa seguinte. “Fizemos cinco lutas em dois dias seguidos. Lutas muito difíceis, onde o robô saiu avariado muitas vezes. Então tivemos cinco manutenções cansativas de 5 horas de duração cada. Muita tensão, gravando até de madrugada. Chegávamos às 8h da manhã e saíamos às 3h da madrugada do dia seguinte, exaustos”, relembra.

Os combates

As lutas acontecem em uma arena cercada por vidro blindado em rounds de no máximo 3 minutos. As vitórias são por nocaute, quando um dos robôs perde a capacidade de se movimentar, ou por decisão dos juízes.

Durante o embate, a máquina é operada por dois controladores, sendo que um cuida da locomoção e outro da arma. No caso do Dark Wolf, trata-se uma peça de 30 quilos (kg) de aço temperado com formato semelhante à de uma picareta, com a capacidade de girar a uma velocidade de 3.200 rotações por minuto. Foi com esse instrumento que os brasileiros derrotaram o robô chinês Toxic Fangs. O golpe certeiro lançou o adversário para o outro lado do ringue, levando-o a nocaute.

“Era um robô chinês de um renomado professor de universidade, e era o robô mais caro da competição”, disse Marin. A máquina brasileira custou R$ 75 mil financiados pela organização do próprio reality show. Nas outras competições não há qualquer tipo de ajuda financeira aos participantes.

Dark Wolf

Pesando 110 kg, o Dark Wolf é uma versão maior da máquina usada pela equipe para conquistar o segundo lugar no campeonato brasileiro, em 2016, e terceiro no prêmio mundial, em 2017. Assim como nas competições esportivas de luta tradicionais, os campeonatos de disputa com máquinas são divididos por categoriais de pesos. O torneio da China aconteceu na maior categoria existente. O Bugalele, robô anterior do grupo, é um peso leve, com 27,2 kg.

A equipe brasileira Ogrobots tem sede em Sorocaba, interior paulista, e foi montada em 2013, com egressos da Universidade Federal de Itajubá (MG) que participavam do circuito universitário de combate de robôs. Foram à China sete engenheiros. Além de Murilo, de 26 anos, fazem parte Renan Rosa Martines (27 anos); Filipi Luz (25); Gustavo Marcelino da Silva (24); Felipe Cagnani (34); Expedito de Barros Junior (27) e Vinicius Su Pei Cheny (24).

Agência Brasil