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Diversos

Sexta de Carnatal28 agita multidão com swingueira, axé e pagode

SAULO NO BLOCO ÔBAIUNO

Segunda noite do Carnatal28 teve Bell Marques celebrado 40 anos de trio, Durval lançando músicas, Saulo chamando todo mundo para curtir e Léo Santana com muita alegria e coreografias. Teve Safadão no Camarote Skol Beats e na festa de encerramento na Estação Skol teve FitDance para ampliar a festa da galera.

“Não foi só isto não. Um público vibrante fez a festa na sexta-feira de Carnatal28”, enfatizou Ricardo Bezerra, diretor da Destaque Promoções ao constatar a participação intensa da multidão no segundo dia do evento. Logo na concentração o Palco Uber teve Vivi Nascimento compartilhando a felicidade com todos. Contagiando a cada música junto com o folião dos blocos que iam tendo acesso ao Arena das Dunas.

BELL MARQUES NO BLOCO VUMBORA!

Essa alegria serviu de inspiração para cada bloco que seguia para o Corredor da Folia com camarotes e arquibancadas repletas de gente. O primeiro a assumir a avenida foi Durval Lelys com o bloco Me Abraça com muitos lançamentos para o verão e fazendo a turma decorar com destaque para “Carimbador” e “Positividade”.

Depois foi a vez de Saulo no Bloco Ôbaiuno que já está com sua galera cativa para manter o bloco no topo nas sextas-feiras sem o menor problema. Com voz mansa e energia de sobra, Saulo faz o folião cantarolar, se emocionar e passar no Corredor da Folia nas nuvens.

BLOCO VEM COM O GIGANTE DO LÉO SANTANA

Com isto veio o bloco Vem Com o Gigante do Léo Santana que sem a menor cerimônia botou para descer. Baile das novinhas, percorreu antigos sucessos e marcou espaço na swingueira forte e repleta de passos cadenciados replicados pelo público na avenida.

E veio Bell Marques no bloco Vumbora! com toda sua experiência de 40 anos de trio elétrico. O Corredor da Folia simplesmente saiu do chão com o bloco que aterrissou na avenida pela segunda vez neste Carnatal28.

DURVAL LELYS COM O BLOCO ME ABRAÇA

ATRAÇÕES DO SÁBADO

Vumbora! (Bell Marques)
Me Abraça (Durval Lellys)
Bicho (Ricardo Chaves)
Largadinho (Claudia Leitte)

CAMAROTE SKOL BEATS

Xand Avião, Rafa e Pipo Marques e Make U Sweat


Polícia

Caso não se entregue até as 14h deste sábado, João de Deus será considerado foragido

João de Deus durante atendimento em Abadiânia, em Goiás

JOÃO DE DEUS DURANTE ATENDIMENTO EM ABADIÂNIA, EM GOIÁS. (FOTO: DANIEL MARENCO/06.07.2018)

Caso João de Deus não se entregue até às 14 horas deste sábado, a Polícia Civil de Goiás passará a considerá-lo foragido da Justiça. A informação foi dada ao GLOBO às 21h40m desta sexta-feira pelo delegado geral da Polícia Civil de Goiás, André Fernandes.

— A partir das 14 horas de amanhã (sábado), caso ele não se entregue, vamos considerar que está havendo uma manobra da defesa. Continuamos atrás dele, inclusive com troca de turno de policias durante a madrugada.

Mais de 20 endereços ligados a João de Deus já foram alvo de buscas da Polícia Civil em Abadiânia, onde fica o centro espiritual comandado pelo médium, e em outras localidades no interior do estado. A prisão de João de Deus foi decretada pela Justiça na manhã desta sexta-feira.

O Ministério Público colheu mais de 300 denúncias de abuso sexual contra o médium desde que os primeiros relatos vieram à tona, na semana passada. As primeiras denúncias foram reveladas pelo GLOBO e pelo programa “Conversa com Bial”, da TV Globo.

Extra/Globo

Polícia

MP de Goiás recebe denúncias de 6 países contra João de Deus

Justiça decretou prisão de João de Deus nesta sexta-feira (14)

APÓS TER A PRISÃO DECRETADA PELA JUSTIÇA DE ABADIÂNIA (GO), O MÉDIUM JOÃO DE DEUS DEVE SE APRESENTAR PARA A POLÍCIA PARA SER DETIDO

A força-tarefa criada pelo MP-GO (Ministério Público de Goiás) para apurar as acusações de abuso sexual feitas contra o médium João Teixeira de Faria, o João de Deus, realizou atendimentos à pessoas de seis países diferentes nesta sexta-feira (14), e que enviaram seus relatos pelo canal de denúncias criado pelo órgão. Entre os países, estão a Alemanha, Austrália, Bélgica, Bolívia, Estados Unidos e Suíça.

Segundo o MP-GO, desde segunda (10), quando foi criado o e-mail para recebimento de denúncias de vítimas, foram recebidas 335 mensagens e contatos por telefone foram atendidos.

Também já foram coletados ao menos 30 depoimentos pelos MPs de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Distrito Federal e Espírito Santo. Há também relatos vindos do Paraná, Rio de Janeiro, Pernambuco, Mato Grosso do Sul, Pará, Santa Catarina, Piauí e Maranhão.

Reunião

Também nesta sexta o procurador-geral de Justiça de Goiás, Benedito Torres Neto, se encontrou com o delegado-geral da Polícia Civil, André Fernandes, para aprimorar a integração da atuação do MP e da Polícia Civil no caso.

A força tarefa também ganhou dois reforços para os trabalhos. Um deles é da promotora Cristiane Marques de Sousa, titular da promotoria de Abadiânia, que foi convocada das férias para integrar o grupo, que também recebera uma delegada ao grupo já formado de  cinco promotores e duas psicólogas da equipe do MP.

Pedido de Prisão

A Justiça de Abadiânia (GO) acatou o pedido do MP-GO (Ministério Público de Goiás) e decidiu pela prisão preventiva de João Teixeira de Faria, conhecido como João de Deus. A informação foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública de Goiás.

Após ter a prisão decretada pela Justiça de Abadiânia (GO), o médium João de Deus deve se apresentar para a polícia para ser detido. É isso que acredita o advogado Thales Jayme, amigo do suspeito de assediar sexualmente centenas de mulheres durante rituais religiosos.

A defesa de João de Deus enviou uma nota à imprensa na tarde desta sexta (14) após o pedido de prisão.

“Nota da defesa de João de Deus

1. Na última segunda-feira, dia 10/12/2018, estivemos no MP estadual em Goiania  para obter cópias dos depoimentos prestados pelas vitimas e amplamente noticiados pela imprensa. O pedido foi negado sob o argumento da preservação do sigilo.

2. Agora veio o decreto de prisão preventiva e, estranhamente, nos disseram que o processo fora encaminhado de Abadiânia para Goiânia a fim de que o MP tomasse ciência da decisão. Sim, é importante que o órgão acusatório tome ciência, mas ninguém se preocupou em disponibilizar uma simples cópia da decisão para a defesa.

3. É inaceitável a utilização de pretextos e artifícios para se impedir o exercício do direito de defesa. Sobretudo no que diz com o direito básico de se aferir a legalidade da decisão mediante a impetração de habeas corpus. Até mesmo o número do processo não se disponibiliza à defesa.

4. Que a autoridade judiciária queira impor a preventiva, embora possamos discordar, é compreensível, mas negar acesso aos autos, chega a ser assombroso.”

R7


Corrupção

Lula vira réu em caso de Guiné Equatorial

EX-PRESIDENTE É ACUSADO DE LAVAGEM DE DINHEIRO (FOTO:MIGUEL SCHINCARIOL/ AFP)

A Justiça Federal recebeu hoje (14) denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na qual se tornou réu por lavagem de dinheiro porque teria recebido R$ 1 milhão do grupo brasileiro ARG. Os valores teriam sido dissimulados na forma de doação ao Instituto Lula.

De acordo com o MPF, o pagamento teria sido feito depois que o ex-presidente influiu em decisões do presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang, as quais resultaram na ampliação dos negócios da empresa no país africano. A denúncia foi apresentada em novembro pela Força-Tarefa da Operação Lava Jato em São Paulo.

“A abertura de uma nova ação penal contra Lula com base em acusação frívola e desprovida de suporte probatório mínimo é mais um passo da perseguição que vem sendo praticada contra o ex-presidente com o objetivo de impedir sua atuação política por meio da má utilização das leis e dos procedimentos jurídicos (lawfare)”, disse, em nota, o advogado de Lula, Cristiano Zanin Martins.

Também responderá ao processo o controlador do grupo ARG, Rodolfo Giannetti Geo, que foi denunciado por lavagem de dinheiro e tráfico de influência em transação comercial internacional. Os fatos, segundo a denúncia, ocorreram entre setembro de 2011 e junho de 2012. Como Lula tem mais de 70 anos, o crime de tráfico de influência prescreveu em relação a ele, mas não para o empresário.

Denúncia

O MPF se baseou em e-mails encontrados após busca e apreensão realizada no Instituto Lula em março de 2016 durante a Operação Aletheia, 24ª fase da Operação Lava Jato de Curitiba. Segundo o MPF, o ex-ministro do Desenvolvimento do governo Lula Miguel Jorge comunicou à Clara Ant, diretora do Instituto Lula, que o ex-presidente havia dito a ele que gostaria de falar com Geo sobre o trabalho da ARG na Guiné Equatorial. Segundo o ex-ministro informava no e-mail, a empresa estava disposta a fazer uma contribuição financeira ao Instituto Lula.

Em maio de 2012, Geo encaminhou para Clara Ant, por e-mail, uma carta digitalizada de Teodoro Obiang para Lula e pediu que fosse agendada uma data para encontrar o ex-presidente e lhe entregar a original. Geo disse também que voltaria à Guiné Equatorial em 20 de maio e que gostaria de levar a resposta de Lula a Obiang.

O ex-presidente escreveu uma carta a Obiang, datada de 21 de maio de 2012, em que mencionava um telefonema entre ambos e sua crença no fato de que a Guiné Equatorial poderia ingressar, futuramente, na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. No mesmo documento, Lula informava que Rodolfo Geo dirigia a ARG, “empresa que já desde 2007 se familiarizou com a Guiné Equatorial, destacando-se na construção de estradas”. A carta foi entregue em mãos a Obiang pelo empresário.

“A denúncia não aponta qualquer ato concreto praticado por Lula que pudesse configurar a prática de lavagem de dinheiro ou tráfico de influência”, disse a defesa de Lula.

O MPF juntou à denúncia o registro da transferência bancária de R$ 1 milhão da ARG ao Instituto Lula em 18 de junho de 2012. Recibo emitido pela instituição na mesma data e também apreendido na entidade registra a doação do valor. No entanto, o MPF avalia que foi um pagamento de vantagem a Lula por influência ao presidente de outro país. A doação seria uma dissimulação da origem do dinheiro ilícito, segundo a denúncia, o que configuraria crime de lavagem de dinheiro.

A defesa de Lula nega a acusação. “A doação questionada foi dirigida ao Instituto Lula, que não se confunde com a pessoa do ex-presidente. Além disso, trata-se de doação lícita, contabilizada e declarada às autoridades, feita por mera liberalidade pelo doador”, diz o advogado de Lula.

Agência Brasil