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Osteria Francescana é eleita o melhor restaurante do mundo

 O CHEF MASSIMO BOTTURA, DA OSTERIA FRANCESCANA, NÚMERO UM NO 50 BEST 2015. (DIVULGAÇÃO)


O CHEF MASSIMO BOTTURA, DA OSTERIA FRANCESCANA, NÚMERO UM NO 50 BEST 2015. (DIVULGAÇÃO)

A Osteria Francescana, em Modena, foi eleita o melhor restaurante do mundo. A lista das 50 melhores casas, organizada pela revista britânica “Restaurant”, foi divulgada nesta segunda-feira (13), em Nova York. É a primeira vez que um italiano lidera o ranking. Em segundo lugar ficou o espanhol El Celler de Can Roca (primeiro colocado no ano passado).

Em seu discurso ao receber o prêmio máximo da noite, o chef Massimo Bottura falou sobre responsabilidade e revelou que vai abrir um restaurante popular na Lapa, no Rio de Janeiro, em alguns meses.

Nesta edição, havia apenas um restaurante brasileiro na lista, o paulistano D.O.M., que ficou em 11º lugar (a casa caiu duas posições neste ano). Mas não havia chefs do país na plateia.

Apesar de ter participado de um evento relacionado ao 50 Best no domingo (12), na mesma cidade, o chef Alex Atala não compareceu à cerimônia de premiação.

Em outras categorias, foram premiados por sua hospitalidade o restaurante Eleven Madison Park, em NY, como melhor confeiteiro o francês Pierre Hermé, como restaurante sustentável Relae, em Copenhague, e “o chef dos chefs” (a escolha dos colegas), Joan Roca, do El Celler de Can Roca.

Foram entregues na cerimônia também outros prêmios anunciados anteriormente. O Den, do chef Zaiyu Hasegawa (em Tóquio), ganhou na categoria “restaurante promissor”. Dominique Crenn, do Atelier Crenn e Petit Crenn (em São Francisco), foi eleita a melhor chef mulher. Alain Passard, do Arpège (em Paris), foi homenageado pelo conjunto da obra.

MAIS BRASILEIROS

O outro restaurante brasileiro que figurava no ranking, o também paulistano Maní (41º colocado no ano passado), dos chefs Helena Rizzo e Daniel Redondo, saiu da lista ao cair dez posições. Está, no entanto, na extensão dela (casas entre a 51ª e a 100ª colocações), da qual faz parte ainda o carioca Lasai, de Rafael Costa e Silva —que entrou na 64ª posição. Essa parte da lista foi divulgada na terça-feira (7).

Pela primeira vez o evento foi realizado nos Estados Unidos —desde sua criação, em 2002, a cidade-sede da premiação era Londres.
No ano que vem a cerimônia muda novamente de local e será realizada em Melbourne, na Austrália.

Organizado pela revista britânica “Restaurant”, o prêmio compila votos de quase mil jurados, entre críticos, chefs, restaurateurs e “foodies” de 27 regiões do mundo.

O RANKING

1º Osteria Francescana (Itália)
2º El Celler de Can Roca (Espanha)
3º Eleven Madison Park (EUA)
4º Central (Peru)
5º Noma (Dinamarca)
6º Mirazur (França)
7º Mugaritz (Espanha)
8º Narisawa (Japão)
9º Steirereck (Áustria)
10º Asador Etxebarri (Espanha)
11º D.O.M. (Brasil)
12º Quintonil (México)
13º Maido (Peru) —restaurante que mais subiu na lista (era o 44º colocado em 2015)
14º The Ledbury (Inglaterra)
15º Alinea (EUA)
16º Azurmendi (Espanha)
17º Piazza Duomo (Itália)
18º White Rabbit (Rússia)
19º Arpege (França) —o chef Alain Passard foi homenageado pelo conjunto da obra
20º Amber (Hong Kong)
21º Arzak (Espanha)
22º The Test Kitchen (África do Sul)
23º Gaggan (Tailândia)
24º Le Bernardin (EUA)
25º Pujol (México)
26º The Clove Club (Inglaterra) —a entrada mais alta
27º Saison (EUA)
28º Geranium (Dinamarca)
29º Tickets (Espanha)
30º Astrid y Gastón (Peru)
31º Nihonryori RyuGin (Japão)
32º Restaurant Andre (Singapura)
33º Attica (Austrália)
34º Tim Raue (Alemanha)
35º Vendôme (Alemanha)
36º Boragó (Chile)
37º Nahm (Tailândia)
38º De Librije (Holanda)
39º Le Calandre (Itália)
40º Relae (Dinamarca) —vencedor na categoria “restaurante sustentável”
41º Fäviken (Suécia)
42º Ultraviolet by Paul Pairet (China)
43º Biko (México)
44º Estela (EUA)
45º Dinner by Heston Blumenthal (Inglaterra)
46º Combal Zero (Itália)
47º Schloss Schauenstein (Suíça)
48º Blue Hill at Stone Barns (EUA)
49º Quique Dacosta (Espanha)
50º Septime (França)

Folha



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