Polícia

Médica potiguar sofreu várias ameaças de morte e, abalada, desiste de viajar

Médica presta serviços comunitários na Grande Natal e até fora do País. Foto: Reprodução/Facebook

Médica presta serviços comunitários na Grande Natal e até fora do País. Foto: Reprodução/Facebook

O trauma não poderia deixar de ser diferente das demais vítimas de rapto. Após ser libertada pelos bandidos, junto com o médico Reginaldo Antônio Freitas Júnior, na noite dessa sexta-feira, na cidade de Mataraca, Litoral Norte paraibano, a infectologista Carolina dos Santos Damásio, 34 anos, desistiu da viagem que faria neste domingo a São Paulo, devido ao abalo psicológico. A informação é do tio da médica, o jornalista Osni Damásio ao Blog do FM.

Segundo ele, Carolina não chegou a ser agredida fisicamente, mas sofreu muitas ameaças de morte por parte dos bandidos, “nervosos o tempo todo”. Sua sobrinha, frisou Osni, é uma pessoa muito ligada aos trabalhos sociais, inclusive, fora do Brasil. Ela ainda não sabe se concederá entrevista à imprensa na próxima semana. No entanto, já prestou depoimento ao delegado Normando Feitosa, titular da Delegacia de Macaíba, que conduzirá as investigações.

Carolina Damásio possui graduação em medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2008). Tem residência médica em Infectologia (2012) pela UFRN, no Hospital Giselda Trigueiro, onde é servidora pública estadual.

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Além do Giselda, ela também atende como médica infectologista no Centro de Saúde Anita Garibaldi, em Macaíba, pacientes de pré-natal com doenças infecciosas durante a gestação.

Foi justamente nesse local de aula, onde Carolina e Reginaldo foram surpreendidos pelos criminosos. “Eles estava guardando alguns equipamentos no carro, quando os bandidos chegaram de surpresa”, acrescentou Osni.

De acordo com o setor de Inteligência da Polícia Civil do RN, através da Sesed, um dos suspeitos envolvidos no rapto dos médicos é fugitivo do sistema penitenciário da Paraíba. A prisão do grupo pode acontecer a qualquer momento. Policiais do RN e PB seguem diligências para localizar os responsáveis.


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