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GOLPE BAIXO: servidores da Saúde querem saber se Robinson Faria vai mesmo pagar fornecedores com recursos destinados à folha dos funcionários

GOVERNADOR ROBINSON FARIA ESTARIA PLANEJANDO PAGAR FORNECEDORES COM VERBA DESTINADA PARA O PAGAMENTO DOS SERVIDORES DA SAÚDE

Protagonista do mais melancólico final de governo nas últimas cinco décadas no Rio Grande do Norte, o governador Robinson Faria (PSD) estaria, no apagar das luzes de sua gestão,  diligenciando no sentido de pagar  fornecedores do Estado com recursos federais que seriam, a princípio, destinados ao pagamento dos servidores da Secretaria de Saúde do Estado.  Nesta quarta-feira, 26, segundo mensagem de áudio enviado ao BLOG DO FM, o subcoordenador de Gestão e Relação do Trabalho da SESAP, Tasso Antônio Dantas, anunciou a boa nova para os servidores: recursos da ordem de R$ 250 milhões seriam destinados para o pagamento do décimo terceiro salário de 2018, além dos salários de novembro e dezembro do ano em curso.  “Tenho uma boa notícia: décimo terceiro de 2018, pagamento da folha de dezembro estão confirmados. Sidney (secretário Sidney Domingos Ferreira de Souza e Santos) conseguiu um dinheiro para a Saúde e vão pagar todo mundo, aposentados e ativos, vai ficar tudo bacana, vai receber tudo. Até o dia 28 o dinheiro está na conta, inclusive as duas produtividades”, anunciou Tasso Antônio Dantas. Ouça abaixo o áudio de Tasso Antônio.

Em um outro áudio, o próprio secretário de Saúde, Sidney Domingos Ferreira de Souza e Santos,  também confirmou o pagamento dos servidores. O gestor enfatizou na ocasião  que o governador determinou a “celeridade” do processo para que o recurso no valor de R$ 250 milhões pudesse cair na conta. Sidney chegou a ser aplaudido pelo funcionalismo.

Hoje, no entanto, o que era alegria se transformou em tristeza, já que começou a circular nos escalões da Secretária de Saúde a informação de que Robinson Faria havia decido desviar a finalidade do recurso – deixar de pagar os servidores para pagar a fornecedores.

A notícia correu com um rastilho de pólvora e fez com que centenas de servidores se dirigissem para a Secretaria de Planejamento com o objetivo de saber se a utilização dos R$ 250 milhões havia mudado de finalidade do dia para a noite.

 



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