Polícia

Escândalo: médico acusado de assédio sexual em Macau diz que é inocente; delegado fala em ¨versões diferentes¨

O MÉDICO GASTONE CAMILO É ACUSADO DE ASSÉDIO SEXUAL CONTRA UMA PACIENTE; MÉDICO NEGA ACUSAÇÕES E DIZ QUE IRÁ ACIONAR JUSTIÇA

Um suposto caso de assédio sexual envolvendo um médico está movimentando a cidade de Macau, na região Oeste do RN.  Tudo começou no Hospital da cidade, onde uma paciente diz que sofreu o abuso ao ser atendida pelo médico Gastone Camilo. O assunto viralizou nos grupos de whatsapp, onde foi relatado detalhes do abuso contra uma mulher que procurou atendimento após passar mal em um velório de um parente. O médico teria apalpado, de uma forma anti-profissional, os seios da paciente, enquanto ela estava desacordada.

Segundo informações do delegado da Polícia Civil Thyago Batista o caso está sendo apurado e o médico já prestou depoimento, onde nega as acusações. Segundo o delegado, a investigação está em busca de registros de câmeras e outras testemunhas  serão ouvidas e até agora “cada pessoa conta uma versão diferente”.

” Estamos apurando para ver se realmente houve o assédio,  temos que ouvir mais testemunhas, pois cada pessoa conta uma versão diferente, bem como estamos em busca de registros de câmeras, até agora ainda não temos substrato suficiente que indicie uma atitude criminosa, estamos apurando o fato com acuidade”, disse o delegado.

Logo após o escândalo viralizar, também começou a circular um texto atribuído ao médico. Nele, o médico e defende das acusações e relata detalhadamente o ocorrido, e  que irá acionar a justiça por calúnia. Confira:

Trabalho idoneamente em Macau há 3 anos, sou casado e pai de 2 crianças pequenas. Após cerca de 70 atendimentos, atendo uma mulher afirmando dor torácica. Pedi pra paciente se deitar pra fazer a ausculta cardíaca. Mas a paciente foi logo tirando a camisa e disse estar sentindo dor em mamas (a versão pode ser confirmada com os próprios parentes) e que já há 3 meses vinha sentindo inclusive fez avaliação ginecológica em Macau. Fiz a ausculta: taquicárdica; e inspeção e exame clínico das mesmas. Paciente em decúbito dorsal com cabeça apoiada nas mãos. No sentido horário, rapidamente, em torno de 2 minutos, palpei ambas as mamas (para investigar cisto ou nodulações) por quadrante e nada constatei. Mesmo assim a mediquei com analgésicos e ansiolíticos, pois a paciente referiu dor à palpação. Fui almoçar. Antes de retornar os atendimentos a enfermeira me diz que a paciente está me acusando de abuso sexual (esrtupro) e os parentes ameaçando de me matar.
Não toquei de forma maliciosa em alguém que me acusa sem prova alguma. Se estava sentindo -se desconfortável com qualquer ato, pq não se recusou ou negou ou interrompeu o exame físico? Porque não se queixou a mim de nada no ambiente do consultório?
Foi até a delegacia e prestou queixa alegando estupro. Ao lá chegar encontro um parente (cunhado) que reafirmou a queixa de dor em mamas e que estavam nervosos de luto pela perda de um parente (palavras dele). O mesmo foi extremamente agressivo comigo e com minha esposa.
Eu sei que Deus viu e tenho a minha consciência limpa de que nada fiz.
Na verdade eu errei, pq examinei sem outras pessoas presentes e aí ela pode dizer o que quiser ou me acusar do que bem entender pras pessoas verem e ouvirem. Hoje, pra falar a verdade eu estava muito feliz e satisfeito pq após muito tempo havia voltado a trabalhar com satisfação no hospital de Macau. E aparece gente desse tipo (agente escuta os comentários sobre os pacientes de Macau e tenta relevar) e todos são ouvido e acreditam. Não veio ninguém do hospital sequer perguntar a minha versão, com excessao da enfermeira Rafaela, profissional exemplar, que veio me comunicar.
Envio essa mensagem apenas à Luciana, Weberth e meu advogado (porque vou sim me defender e processar por calúnia) que foi quem confiaram em mim e espero sinceramente que continuem depositando a sua confiança. Pra Deus eu juro por meus filhos que nada aconteceu porque eu nada fiz.
Obrigado por tudo.
Fiquem com Deus.

Até o momento desta publicação a suposta vítima não foi localizada. Caso seja confirmada a inocência do médico,a mulher e as pessoas que espalharam o assunto poderão responder judicialmente por calúnia, difamação e comunicação falsa de crime, podendo ser condenados a até quatro anos e seis meses de prisão.



1 Comentário

  • Cabra safado..como ele diz q n constatou nada de custo..se ela tem dois em cada lado…se fosse eu tu ia apalpar o cão,pq eu te tirava lá na hora mesmo…
    É essa página n sabe de nada pelo visto..
    A moça já fez o boletim ,e agora a justiça vai resolver.. vergonha desse médico..

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