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Desembargador defende austeridade nas finanças públicas e redução de impostos no RN

Outro tema comentado pelo desembargador, Cláudio Santos, durante uma entrevista a uma emissora de rádio do Seridó é a necessidade de austeridade nas finanças públicas, o magistrado também defendeu o recente pacote de ajuste fiscal enviado pelo Governo do Estado para a Assembleia Legislativa.

“Eu acho que sempre é hora de fazer os ajustes necessários como em toda instituição, família ou empresa. O Estado só pode gastar aquilo que se arrecada, despesa sempre crescente e isso precisa ser ajustado, não acho que tenha outra solução, poderia ter sido feito no governo anterior, poderia ter sido feito no começo deste governo,
mas de qualquer maneira eu acho oportuno o ajuste fiscal para adequar despesas com as receitas”, elencou.

O magistrado também ressaltou que é necessário outras medidas de ajuste para complementar a saúde financeira do Rio Grande do Norte. “É claro que o governo não tem dinheiro para pagar aos funcionários, por que aumenta despesa todo dia, agora que resolveu enfrentar a situação, eu acho que ainda precisa-se tomar outras medidas para o equilíbrio fiscal em todos os setores, em todos os Poderes, em todos os órgãos públicos, quanto mais demorar é pior para que o Estado adquira o seu poder de investimento”, defendeu.

Cláudio Santos também defendeu a necessidade de uma redução na quantidade de impostos pagos pelo contribuinte no RN, que segundo ele aumentará a capacidade produtiva e de investimentos da população. “Eu acho no futuro devemos diminuir os impostos para a população pagar menos tributos. Nós tivemos aumentos de IPTU incompatíveis com a realidade atual. Estão extorquindo a população através de multas, de mais impostos, de aumentos, de alíquotas, através de taxas exorbitantes. Precisamos fazer como os países desenvolvidos, menos tributação, mais dinheiro do bolso do povo para que ele possa empreender, possa empregar, possa desenvolver e não ao contrário, ficar sempre colocando mais dinheiro nos cofres públicos e esse dinheiro não voltar para a população”, finalizou.


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