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Deputado General Girão usa o Twitter para defender imagem do Duque de Caxias e diz que a Mangueira tem associação com o crime

DEPUTADO GIRÃO SAI EM DEFESA DO DUQUE DE CAXIAS E INSINUA QUE A ESCOLA DE SAMBA MANGUEIRA TEM ASSOCIAÇÃO COM O CRIME

O deputado federal General Girão (PSL/RN) usou a sua conta pessoal no microblog Twitter para ir em defesa do Duque de Caxias, herói brasileiro e patrono do Exército do Brasil, cuja figura  de “herói nacional” foi desclassificada pelo samba enredo da escola Estação Primeira de Mangueira, vencedora do carnaval carioca.

Além de Caxias, a Mangueira também desconstruiu a imagem de outras figuras históricas como a Princesa Isabel, Dom Pedro I e Pedro Álvares Cabral.

Deputado Girão classificou de “barato” o enredo da escola e associou a Mangueira ao crime, seguindo a mesma linha do filho do presidente Jair Bolsonaro  (PSL/RJ), o o vereador Carlos Bolsonaro (PPSL-RJ), que também através do twitter disse que “Dizem que a Mangueira, escola de samba campeã do carnaval e que homenageou Marielle, tem o presidente preso, envolvimento com tráfico, bicheiros e milícias”.

Girão aproveitou ainda o embalo para “repudiar” a apresentação da escola Gaviões da Fiel, que mostrou cenas simulando agressões físicas a Jesus Cristo.

O Exército brasileiro também se posicionou através do Twitter sobre as criticas  e exaltou Duque de Caxias.

Imagem do tuíte publicado pelo Exército na noite desta quarta-feira Foto: Reprodução

CRÍTICA

A crítica a Caxias foi feita no quinto e último carro do desfile da Mangueira. Batizado de “A história que a a história não conta”, ele trazia textos que descontroem a história oficial do Brasil. A parte que discutia a figura do Duque de Caxias era assinada por Tarcísio Motta, vereador no Rio pelo Psol e professor de história do Colégio Pedro II.

Entre outros dados, o material informava que o militar conhecido como “O Pacificador” devia se chamar “Passa e Fica a Dor”, por sua atuação contrária a diversas revoltas populares no período do império. “Sua estratégia era simples: para as elites, negociação; para os trabalhadores, bala de canhão. Não era paz que ele levava”, dizia um trecho do texto reproduzido na alegoria.

 


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