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Com mais de 30 anos à serviço da Justiça do Trabalho, Edvaldo Leite registra candidatura à vaga no TRT

Foto: Divulgação

“Eu sinceramente não sei se devo demais à Justiça do Trabalho ou se contribuí demais pra ela. Nesses trinta anos já formei e criei meus filhos, montei meu patrimônio, comprei meu escritório. Tudo em cima dos processos trabalhistas. Sou tão ligado com o TRT que todo dia ao sair de lá eu já digo até amanhã”. É com essa afirmação que o advogado Edvaldo Leite se apresenta como concorrente à vaga de desembargador no Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Norte pelo quinto constitucional.

Edvaldo Leite chega com a credencial da experiência. São três décadas de dedicação praticamente exclusiva à área trabalhista. Só em processos julgados e catalogados no TRT-RN, são exatos 11.162. Número expressivo que por si só já comprovam a atuação de destaque em uma carreira sem mácula.

“Estou ali há 30 anos e vi muitos mestres passarem. Entrei um menino, fiquei rapaz e agora sou um senhor. Todos os advogados que hoje militam na justiça do trabalho quando chegaram lá me viram e se perguntaram como iriam atuar, da mesma forma que um dia me perguntei quando vi, por exemplo, doutor Maurílio Bessa. Eu dizia que faria igual a ele e agora vejo os jovens dizerem que fazem igual a mim. A cara da Justiça do Trabalho hoje é a cara de Edvaldo Leite”, destaca.

Biografia

Edvaldo Sebastião Bandeira Leite tem 59 anos e é natural de Extremoz-RN. Na infância e juventude integrou o Escotismo como Lobinho e Escoteiro. Aos 13 anos começou a trabalhar no Sindicato dos Empregados do Comércio de Natal e aos 17 anos passou para Fuzileiro Naval da Marinha, quando teve que mudar-se para o Rio de Janeiro. Lá se formou em Pedagogia em 1984 pela Sociedade Unificada de Ensino Superior Augusto Motta (SUAM). Em seguida cursou direito na Faculdade Brasileira de Ciências Jurídicas, onde se formou em 1989. No mesmo ano voltou para Natal e já iniciou sua militância na justiça do trabalho onde ao longo desses 30 anos tem 11.162 processos julgados, contabilizando apenas os que foram catalogados nos arquivos do judiciário. Tem Pós-graduação em direito do trabalho e previdenciário pela Faculdade Estácio de Sá. É também maçom, alçado recentemente ao grau 22, Príncipe do Líbano. É casado e pai de seis filhos, sendo quatro filhas e dois filhos.


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