Política

Carlos Eduardo Alves avalia os 100 dias do governo do RN e detona gestão Fátima Bezerra

CARLO EDUARDO ALVES: “LAMENTAR QUE, NOS 100 DIAS DO ATUAL GOVERNO DO ESTADO, TUDO ESTEJA PARADO E SEM PERSPECTIVAS. NENHUMA MEDIDA DE AJUSTE FISCAL, DE CORTE EFETIVO DE CARGOS, QUATRO FOLHAS SALARIAIS ATRASADAS, ATESTAM MARASMO DA GESTÃO E A INEFICIÊNCIA DE SERVIÇOS ESSENCIAIS”

O ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) amanheceu essa segunda-feira, dia 8, batendo forte na governadora Fátima Bezerra (PT), para quem perdeu a eleição pata o governo no Rio Grande do Norte no ano passado. Entoando um discurso de oposição, Alves fez uma avaliação extremamente negativa dos 100 dias da gestão Fátima Bezerra, Na sua opinião, o RN se encontra hoje como estivesse no ano passado. “Hoje, vivemos como se estivéssemos no ano passado, nada foi feito, nenhuma ação para se conseguir apoio federal, que não virá sem tomada de medidas saneadoras”, disse o ex-prefeito em seu Twitter.

A metralhadora giratória de Carlos Eduardo Alves continua atirando na administração Fátima Bezerra, que para ele se insere em um quadro de “incompetência e de falta de planejamento”. Para o ex-prefeito, a atual governadora optou por travar “uma guerrilha ideológica contra o Governo Federal”, do que fazer as medidas necessárias para tirar o RN da crise.

“O atual governo é fechado, sectário e está mais preocupado com a guerrilha ideológica contra o Governo Federal, deixando a sociedade de lado. Infelizmente, não dá para ser otimista diante do quadro de incompetência e falta de planejamento”, advoga.

E acrescenta: “Sem reforma do Estado e da Previdência, venda de ativos e economia no funcionamento da máquina administrativa, a tendência é de que nosso Estado piore na segurança, na saúde e no turismo, pois não existe infraestrutura para custeio ou investimento”.

O ex-prefeito também se posicionou sobre a questão dos indicadores econômico e sociais e considerou “ineficiente” os serviços essenciais.

“A Atual governadora não tomou qualquer atitude para tirar RN da crise e a prova são os sofríveis indicadores econômicos e sociais”.

“Lamentar que, nos 100 dias do atual Governo do Estado, tudo esteja parado e sem perspectivas. Nenhuma medida de ajuste fiscal, de corte efetivo de cargos, quatro folhas salariais atrasadas, atestam marasmo da gestão e a ineficiência de serviços essenciais”.


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