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Auditores vão a Brasília participar da Marcha contra as Reformas

FRENTE POTIGUAR EM DEFESA DA PREVIDÊNCIA PARTICIPA DA MARCHA A BRASÍLIA

 
Na próxima quarta-feira (24), a Frente Potiguar em Defesa da Previdência participa da Marcha a Brasília. O movimento é nacional e promete ocupar a Capital Federal com trabalhadores de todo Brasil, em protesto contra as Reformas Previdenciária e Trabalhista. O Sindifern estará representado por uma comitiva composta por 25 auditores, entre diretores, conselheiros e filiados da base.
 
“Nossa comitiva sairá de Natal nesta terça (23) para um trabalho de articulação política com os parlamentares e reunião na Federação do Fisco. No dia 24, estaremos juntos com os demais sindicatos, centrais e trabalhadores em geral para o ato público em repúdio à PEC 287 da Previdência e à Reforma Trabalhista”, adiantou Fernando Freitas, presidente do Sindifern.
 
Mas a Marcha, inicialmente marcada para ser um protesto apenas contra as reformas, deve ampliar a pauta dos sindicalistas que seguem para Brasília. Considerando os últimos e graves acontecimentos políticos do país, as federações, entre elas a Fenafisco – Federação Nacional do Fisco, convocaram em caráter excepcional todos os presidentes de suas entidades filiadas para uma reunião onde será discutida a tomada de posição em relação ao momento político do país. Há previsão, inclusive, da defesa da PEC 227/16 que determina eleição direta em caso de vacância do cargo de presidente e vice-presidente, independente do tempo que resta para término do mandato vago.
 
“Nossa luta é contra as reformas e vamos a Brasília trabalhar para que a proposta do Governo não seja aprovada. O momento é de união dos trabalhadores e da sociedade e de aumentar a pressão para impedir que nossos direitos sejam retirados, aproveitando, inclusive, que o Governo perdeu parte de sua força e da base aliada e não terá mais como aprovar as medidas a toque de caixa como planejava. Porém, os últimos acontecimentos provocaram uma mudança no caráter das manifestações sociais que já haviam sido marcadas. Por isso, vamos reunir o Fisco para refletir e discutir a respeito dessa complexa e grave conjuntura política e institucional ”, avaliou Freitas.


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