Política

Apontada como o “novo” na disputa para a Câmara Federal, Karla Veruska se fortalece com discurso e atitude de renovação

KARLA VERUSKA: “GOSTO DA POLÍTICA POR VER NELA UM GRANDE INSTRUMENTO DE MUDANÇA DO NOSSO POVO E DE OFERECER UMA MELHOR A MAIS PRÓSPERA REALIDADE PARA NOSSA GENTE”

Ela não é política profissional, nunca foi testada nas urnas, mas vem conquistando espaço com um discurso focado nas causas sociais e no fortalecimento da luta das mulheres. Com uma postura rara de fazer política, marcada principalmente pela simplicidade que externa nos contatos diretos com eleitores e comunidades, a presidente do Avante no Rio Grande do Norte e candidata a deputada federal, karla Veruska,  vem sendo apontada como o “novo” ( ou será a “nova”?) na política quando se fala sobre a eleição para a Câmara Federal.

Embora tenha em casa um mestre na arte de fazer política – é esposa do presidente da Câmara Municipal do Natal, vereador Raniere Barbosa, nome mais votado em Natal nas últimas eleições municipais – Karla Veruska tem procurado ser “autoditada” no que diz respeito à forma de se comunicar com o eleitor e passar para este a credibilidade da sua mensagem.

Para o especialista e professor de marketing político, publicitário João Maria Medeiros, o “novo” na política é aquela pessoa que trás novas ideias na forma de fazer política. Segundo ele, o “novo” não é necessariamente uma “pessoa novata”, mas sim uma pessoa que tem poder de renovação.  “Discurso e atitude hoje são atributos considerados essenciais. O político normalmente diz uma coisa e faz outra. O eleitor, portanto, está buscando exatamente essa renovação, um político de atitude dentro da condução de como ele toca a vida. O “novo” é muito isso”, explica.

JOÃO MARIA MEDEIROS: “O ELEITOR, PORTANTO, ESTÁ BUSCANDO EXATAMENTE ESSA RENOVAÇÃO, UM POLÍTICO DE ATITUDE”

O relato do publicitário João Maria Medeiros pode explicar o motivo pelo qual o jeito simples e o discurso franco de Karla Veruska têm lhe garantido apoios diversos na corrida rumo à Câmara Federal. “O postulante que passar e conquistar essa imagem junto ao eleitor, já obtém uma vantagem boa”, ressalta Medeiros.

VISÃO DIFERENTE

Dentista por formação profissional, karla Veruska conhece de perto a dificuldade que a expressiva parcela da população de baixa enfrenta, quando o assunto é acesso à saúde pública boa e de qualidade. Foi certamente o convívio com a dura realidade que o cidadão se depara além do brilho dos palanques políticos, que fez a odontóloga ter uma visão diferente do que significa de fato a expressão “social”.

Karla Veruska acredita também que a participação da mulher na política tem reflexos positivos no exercício da cidadania. “A nossa participação na política vai além do voto e da política partidária. Ela tem reflexos no exercício da cidadania e uma forte influência nos debates e nas tomadas de decisões. É possível fazer mais”, defende.

Além de uma atuação direta em áreas como o turismo, cultura e fortalecimento do papel da mulher na sociedade, Karla Veruska conta que o exercício de um futuro mandato de deputada federal terá um viés muito forte no que diz respeito às garantias individuais de crianças e adolescentes.

“No Brasil, 18 mil crianças são vítimas de violência doméstica por dia. Segundo a UNICEF, 80% das agressões físicas contra crianças e adolescentes foram causadas por parentes próximos e, que, de hora em hora morre uma criança queimada, torturada ou espancada pelos próprios pais ou responsáveis. Essa é uma das realidades que queremos ajudar a mudar”, garante.

Destacando que “a presença da mulher na política não é só uma questão de igualdade de gênero, mas de contribuir de forma ativa com as crises que atingem as famílias e sociedade”,  Karla Veruska defende que é possível usar um mandato parlamentar para empreender as mudanças que o país precisa, e corresponder as expectativas da população.

“Gosto da política por ver nela um grande instrumento de mudança do nosso povo e de oferecer uma melhor a mais próspera realidade para nossa gente. Há alguns anos vinha amadurecendo a ideia de ingressar na política exatamente para ter novos e maiores meios de atuar pelas lutas coletivas”, revela.


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