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Águas do São Francisco deverão chegar no RN em dezembro

A INFORMAÇÃO FOI TRANSMITIDA PELO MINISTRO INTERINO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL, EM AUDIÊNCIA COM O SENADOR GARIBALDI FILHO (PMDB)

A INFORMAÇÃO FOI TRANSMITIDA PELO MINISTRO INTERINO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL, EM AUDIÊNCIA COM O SENADOR GARIBALDI FILHO (PMDB)

 

As águas da transposição do rio São Francisco chegarão ao Rio Grande do Norte até dezembro deste ano. A informação foi transmitida pelo ministro interino da Integração Nacional, Carlos Vieira, em audiência da qual participaram os senadores Garibaldi Filho e Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), o deputado federal Marcondes Gadelha (PSC-PB) e o secretário de infraestrutura hídrica do Ministério, Osvaldo Garcia.

Durante a reunião, realizada no gabinete do ministro na noite desta segunda-feira (14), Carlos Vieira comunicou que 84% do Eixo Norte e 82% do Eixo Leste estão com suas obras concluídas. Ao todo, a transposição conta com 477 quilômetros de extensão, nove estações de bombeamento, 27 reservatórios, 14 aquedutos e quatro túneis. “O Ministério da Integração tem repassado R$ 250 milhões todos os meses para concluir esta obra gigantesca”, registrou Garibaldi Filho.

Garibaldi Filho lembrou que até recentemente o governo federal trabalhava com a estimativa de entregar a obra apenas em meados de março de 2017. A grande probabilidade de que o Nordeste sofrerá mais um período de estiagem provocaram uma mobilização da bancada federal nordestina no sentido de pressionar o Executivo para a antecipação da entrega da obra.

“As perspectivas da continuidade da seca são assustadoras. Estamos enfrentando, desde 2012, uma estiagem prolongada. Recebemos a grata notícia de que as águas vão chegar em dezembro. Junto com a bancada do Nordeste, vou ficar cobrando para que esta previsão não deixe de acontecer”, afirmou Garibaldi Filho.

Em aparte, o senador Cássio Cunha Lima comentou que a reunião no Ministério da Integração serviu como alento e esperança para as populações da Paraíba e do Rio Grande do Norte. Ele observou que a a transposição tem que ser encarada como uma obra de Estado e não de Governo. “Não restava outra alternativa para o abastecimento da região se não essa transposição”, opinou.



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